Venda de imóveis de alto padrão cresce durante pandemia

Alta do setor entre maio e julho foi de 43%, de acordo com Abrainc. Em Curitiba, empreendimento recém-lançado pela A.Yoshii Engenharia surpreende, com 64% das unidades vendidas

De acordo com o balanço da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) divulgado no início de outubro, a venda de imóveis de médio e alto padrão teve alta nos últimos meses. Os dados mostram que o total de unidades vendidas nesse segmento, em julho de 2020, foi 34,8% maior do que no mesmo mês em 2019. Quando considerado somente o resultado líquido, sem os distratos, o aumento foi de 43,2%.

O levantamento também aponta que os lançamentos de imóveis registraram alta de 38,2% em julho. Em Curitiba (PR), o Grupo A.Yoshii lançou recentemente o Talent, um edifício de alto padrão, que já está com 64% das unidades vendidas. O gerente de unidade da construtora em Curitiba, Erick Takada, conta que a segurança em todo o processo de venda 100% online e estudos de comportamento do consumidor fizeram com que os clientes se sentissem valorizados e confiantes na hora de investir. “Além da alta qualidade de nossos produtos, investimos fortemente nas soluções tecnológicas e digitais e estamos colhendo os frutos”, celebra.

Outra estratégia de sucesso foi a campanha de lançamento do empreendimento, que contou com a participação de grandes destaques da cidade – referências em áreas como moda, comportamento, bem-estar, gastronomia e beleza.

Compradora de uma unidade do Talent, Lidiane Dalaqua de Paula explica que, “mesmo com a pandemia e dificuldades no cenário econômico, consegui realizar um dos meus maiores sonhos. No processo de vendas e visita ao showroom, me deparei com um trabalho que envolve excelência e me identifiquei com o empreendimento e com a marca. Realmente, fiquei muito impressionada com a construtora e a qualidade em todos os processos”, comenta. 

O quinto empreendimento da construtora em Curitiba, tem 19 andares e está localizado em uma das áreas mais valorizadas da cidade, o bairro Água Verde. As unidades possuem 146 ou 157m² privativos e varanda, um diferencial que vem ajudando a alavancar as vendas, conforme pesquisa recente da Imovelweb. Outra tendência que está presente no Talent são os ambientes integrados e amplos.

“Muitas famílias buscam estabelecer residência no bairro Água Verde, por sua localização estratégica e facilidade de acesso a outros bairros. O edifício chega para suprir essa busca e apresenta, junto a um design contemporâneo, pontos muito desejados, como a sacada ampla com churrasqueira”, reforça o gerente.

O empreendimento, que fica ao lado do Clube Curitibano, oferece ainda estrutura completa de lazer, com espaço fitness, espaço família, brinquedoteca, playground, mini quadra esportiva e salão de festas. 

Mais informações: https://www.talent.ayoshii.com.br/

Grupo A.Yoshii

Fundado em 1965, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de m² do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e interior de São Paulo; pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural; e atua em Obras Corporativas, atendendo a grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br 

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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