Venda porta a porta atrai pet lovers

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Trabalho autônomo é alternativa de renda para apaixonados por animais de estimação

Em um cenário de crise e alto índice de desemprego as pessoas estão buscando alternativas de renda, como a possibilidade de trabalho com venda direta, por exemplo. A cada mês, três mil brasileiros aderem ao trabalho de comércio porta a porta. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), em 2015, já eram 4,6 milhões de profissionais atuantes, somando R$ 41,6 bilhões em volumes de negócios.
Os benefícios que esse formato de trabalho proporciona, como a oportunidade de renda, trabalho autônomo e flexibilidade de horários, vem atraindo também os apaixonados por animais. Em fevereiro deste ano foi lançada no mercado a docg., primeira empresa de venda direta de produtos pet no Brasil. Desde então, o número de consultores e interessados cresce a passos largos.
O projeto inicial era focar no mercado curitibano no primeiro quadrimestre de funcionamento da empresa, porém a procura de pessoas de outras cidades interessadas em serem consultores autônomos foi tão grande que estimulou os gestores a abrirem novas praças ainda no primeiro mês. “Planejamos uma empresa com foco na sustentabilidade e que pudesse promover qualidade de vida também para quem trabalha nela. Por isso, a ideia de criar um sistema de vendas diretas foi natural e vem gerando tanto interesse.  Os consultores podem dar o ‘start’ com um pequeno investimento na compra do kit inicial. Com a venda deste primeiro kit já começam a lucrar”, comenta Juliano Cortes, sócio e CEO da docg. “No momento que o País está vivendo, esta será certamente uma opção de renda para quem busca melhorar seu padrão de vida”, ressalta.
Para atender à demanda de interessados em São Paulo, a empresa irá realizar uma apresentação da marca e produtos dia 4 de maio. “O evento de apresentação do negócio e dos produtos comercializados é uma oportunidade diferenciada para quem tem interesse. Durante a reunião ainda é possível esclarecer as dúvidas e conhecer a equipe de gestores da marca”, comenta Juliano.
 
Serviço
Apresentação da marca e produtos docg.
Quando: quinta-feira, 4 de maio, às 18h30
Auditório do Capcana Hotel São Paulo – Jardins
Alameda Santos, 484 – Jardim Paulista
Inscrições: pelo e-mail docgsp@docg.com.br, informando nome completo e telefone.
Site: www.docg.com.br
 
Sobre a docg.
Primeira empresa de vendas diretas de produtos pets no Brasil, a docg. foi lançada no mercado em fevereiro de 2017 pelos empresários Sandra Schuster, Flávio Pigatto (fundadores da DrogaVET, maior rede de farmácias de manipulação veterinária no Brasil) e Juliano Cortes (franqueado DrogaVET há mais de 10 anos).
A experiência com saúde animal motivou o desenvolvimento de produtos diferenciados, como os shampoos livres de parabenos, vaselina ou óleos minerais. Além de sua linha própria de cosméticos, que incluem banho seco, creme para patas, perfumes e uma linha dedicada aos profissionais de beleza e estética animal, a docg. oferece uma grande variedade de produtos em seu catálogo. São itens de marcas parceiras, como acessórios, petiscos, alimentos úmidos, brinquedos e camas.
Os produtos podem ser adquiridos por consultores de vendas que atendem aos clientes no local de sua preferência ou em pet shops e clínicas veterinárias que aderiram ao modelo de vendas da empresa.
Mais informações: www.docg.com.br

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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