Videocast reúne mulheres com destaque em diversos setores para falar sobre principais desafios no mercado de trabalho

Em bate-papo descontraído com mulheres plurais, “É com ELAS” , traz em debate equidade de gênero, barreiras para o crescimento, estereótipos e mostra trajetórias de sucesso

“É com ELAS” terá seis episódios, divididos por temas – como lideranças femininas, mulheres no mundo corporativo, ESG e saúde mental. Concebido por uma equipe majoritariamente feminina, o videocast é apresentado pela jornalista Maíra Donnici, que foi repórter, editora e documentarista da Globo e da GloboNews por 17 anos. Maíra é pós-graduada em Diversidade e Inclusão para Organizações e, recentemente, publicou seu primeiro livro, Duas Mães e Uma Filha. “É uma responsabilidade enorme estar à frente desse projeto com tantas mulheres fenomenais e criar um espaço para discussões, críticas, um olhar para o futuro, experiências inspiradoras e momentos de emoção e de humor. Com certeza tem informação e aprendizado em cada episódio”, explica a jornalista.

“É com ELAS” tem apoio da Tecnobank, uma empresa do setor de Tecnologia com 50% de mulheres no quadro de pessoas colaboradoras e 50% de mulheres nos cargos de alta liderança. “O podcast promete ser mais do que apenas uma série de entrevistas; ele será uma fonte de inspiração e empoderamento para mulheres, ao mesmo tempo que fomenta o avanço rumo a um futuro mais justo e inclusivo”, afirma Renata Herani, diretora de Relações Institucionais e de Comunicação da Tecnobank. A organização foi reconhecida pelo ranking GPTW Diversidade como uma das melhores empresas para a mulher trabalhar no Brasil.

Os episódios de “É com ELAS” estarão disponíveis a partir da primeira quinzena de maio, no perfil ‘É com ELAS’ no Spotify, YouTube e LinkedIn. Confira o que vem por aí:


Episódio 1: Uma grande empreendedora

EntrevistadaCamila Farani

Única mulher tricampeã como “Melhor Investidor Anjo” do Brasil, é presidente da G2 Capital, boutique de investimento em startups, integrante do Conselho de Administração do PicPay e sócia-investidora da Play9, além de colunista da Forbes, do Estadão e do MIT Technology Review.


Episódio 2: Mulheres no mercado financeiro

Entrevistada: Ana Carla Abrão

Vice-presidente de Novos Negócios na B3, é reconhecida como uma das principais especialistas em Contas Públicas e Reforma do Serviço Público no Brasil. Economista com mestrado pela EPGE/FGV e doutorado pela FEA/USP, já atuou nos Bancos Central e do Brasil, atualmente conduzindo sua carreira com foco em mercado de crédito e capitais.

Entrevistada: Morena Carvalho

Com sólida formação em Economia e Finanças, incluindo o Programa de Educação Executiva da Harvard Business School, é sócia no BTG Pactual desde 2010 e Head de Controle de Riscos na LATAM, com vasta expertise em estratégias de negócios, gerenciamento de crises, inovação aberta e excelência no atendimento ao cliente.


Episódio 3: Lideranças Femininas

Entrevistada: Rafaela Rezende

Executiva pioneira no setor de e-commerce nacional, é Presidente da VTEX e responsável por toda a operação da empresa no Brasil. Com liderança marcada pela integração entre tecnologia, gestão e inovação, iniciou a carreira na Lojas Americanas, foi cofundadora da B2W Digital e participou da criação do canal digital da Ricardo Eletro.


Episódio 4: ESG

Entrevistada: Maitê Schneider

Cofundadora da Integra Diversidade, Equidade e Inclusão e da TransEmpregos, que já viabilizou oportunidades a milhares de pessoas trans no mercado de trabalho formal, é palestrante, professora, escritora e a primeira profissional trans eleita como Top Voice no LinkedIn, tendo atuado como consultora em mais de duas mil empresas.

Entrevistada: Liliane Rocha

Fundadora e CEO da Gestão Kairós, consultoria de Sustentabilidade e Diversidade, tem mais de 19 anos de carreira com passagens em empresas como Votorantim Metais, Walmart e Philips. Além de professora na pós-graduação da FIA-USP e na PUCPR, é Conselheira Deliberativa do Instituto Tomie Ohtake e Consultiva de Diversidade na Ambev e na Vivo.


Episódio 5: Carreira, mulheres e o mundo corporativo

Entrevistada: Cintia Falcão

Diretora-executiva da Acrefi, tem mais de 17 anos de experiência em Direito Financeiro e em operações de crédito no varejo, com especializações em Relações de Consumo e Contratos Empresariais, e um MBA Executivo em Finanças pelo Ibmec. Sua atuação combina conhecimento jurídico a uma visão inovadora de negócios.

Entrevistada: Jéssica Paraguassu

Fundadora e CEO da Mulheres no Comando, uma HRTech que impulsiona lideranças femininas no ecossistema corporativo, é influenciadora reconhecida no LinkedIn e uma aliada fundamental na luta por equidade de gênero no mercado de trabalho, com abordagem que combina dados, educação e tecnologia.


Episódio 6: Saúde Mental

Entrevistada: Elisama Santos

Autora dos best-sellers ‘Educação não violenta’, ‘Por que gritamos?’ e ‘Conversas Corajosas’, publicados pela Paz & Terra, é apresentadora, psicanalista e voz proeminente no campo do desenvolvimento humano, da pluralidade e da importância da empatia e compaixão na sociedade contemporânea, promovendo esses temas em suas obras e palestras.

Entrevistada: Lia Rizzo

Jornalista e socióloga, coordena projetos especiais de ESG na Exame unindo sustentabilidade e equidade. Cofundadora da rede Tempo de Mulher e do evento Women on Top, atua como curadora de conteúdo focado em feminismo e diversidade de gênero e é reconhecida por seu trabalho editorial em prol de direitos e lideranças femininas.

Share:

Latest posts

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro...
Saiba mais >
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >