Visitantes podem conhecer self storage “gelado” na Mercosuper 2018

Empresa especializada na locação de espaços apresenta unidade com boxes para produtos refrigerados e congelados no evento que inicia na terça-feira (10)

 

Apesar do conceito self storage ser novo no Brasil, vem conquistando espaço pelas vantagens que proporciona e, até mesmo, ampliando nichos de atuação. É o caso da Espaço A+, self storage inaugurado em Curitiba há um ano, que lançou sua segunda unidade, essa dirigida a pequenos e médios empresários que trabalham com produtos congelados e resfriados.
A Espaço A+ Cold Storage, que foi recém-inaugurada em Curitiba, atende empresas que precisam de espaço para armazenamento de produtos que devem permanecer a temperaturas entre -25º e 18ºC. “O armazenamento de produtos congelados e resfriados tem um alto custo, o que acaba atrapalhando o crescimento de empresas de pequeno porte ou impedindo que elas tenham uma distribuição em praças mais distantes”, comenta Almir W. Parigot de Souza Filho, sócio-proprietário da Espaço A+. “O cold storage é uma alternativa acessível e ainda abre a possibilidade de empresas manterem estoques em praças que contam com o trabalho de representantes de vendas”, completa.
A nova unidade disponibiliza 18 câmaras para congelados, com tamanhos entre 13 e 51m3, 12 câmaras para resfriados, entre 42 e 72m3, e uma câmara de congelamento rápido, que resfria alimentos até -25ºC em um curto espaço de tempo. Os boxes têm controle individual de temperatura e são acessados exclusivamente pelos locatários ou na presença deles, quando necessário apoio de equipe da Espaço A+ para entrada ou saída de estoque.
A empresa participa da 37ª edição da Mercosuper, feira e convenção paranaense de supermercados, apresentando as vantagens desse formato de locação e diferenciais –  como a localização estratégica do self storage, monitoramento em tempo integral, seguro complementar e infraestrutura moderna.
Vantagens
A prática de alugar boxes para armazenar estoques ou matéria-prima tem se mostrado uma vantagem para otimização de custos das empresas. O motivo do sucesso é a facilidade de locação, com valores acessíveis e agilidade na contratação. O locatário escolhe um box conforme metragem necessária, contratando apenas o espaço que realmente vai precisar e sem se preocupar com valores como condomínio, IPTU, luz e água. Além disso, os contratos podem ser mensais e não exigem fiador.
Serviço
Participação Espaço A+ Cold Storage na Mercosuper 2018
Quando: 10 a 12 de abril de 2018
Local: Expotrade Convention Center Pinhais – PR – Stand nº 160
Endereço:  Rodovia Deputado Leopoldo Jacomel, 10454 – Vila Amélia – Pinhais/PR
Mais informações em http://www.apras.org.br/mercosuper/
 
Sobre a Espaço A+
A primeira unidade, localizada na região central de Curitiba, disponibiliza 110 boxes para locação de pessoa física ou jurídica. Além da fachada moderna, o espaço possui sala de reuniões e uma infraestrutura com corredores claros em tons de laranja e azul e monitoramento 24 horas.
A Espaço A+ Cold Storage, recentemente inaugurada no bairro CIC, disponibiliza boxes climatizados e refrigerados que oferecem a possibilidade de armazenamento de produtos a temperaturas que variam de -25º a 18ºC.
Mais informações: www.espacoamaisself.com.br

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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