Vitor Bourguignon assume comando do Expresso MasterChef Brasil

Campeão do MasterChef Brasil A Revanche, chef brasiliense de nascença e curitibano de coração assina cardápio inédito sobre os trilhos nos dias 24, 27 e 28 de agosto

Em agosto, Curitiba será palco do Expresso MasterChef Brasil, proporcionando uma experiência gastronômica única aos passageiros. A bordo dos vagões do premiado Serra Verde Express, os participantes poderão saborear receitas exclusivas. Inspirado no talent show culinário que há 10 anos revela talentos brasileiros, o evento conta com o chef Henrique Fogaça como embaixador. Vitor Bourguignon, participante da quarta temporada amadores do talent show em 2016 e campeão da edição “A Revanche” em 2019, é o segundo chef a pilotar os fogões nesta viagem sobre trilhos. 

Nascido em Brasília, Vitor considera Curitiba sua cidade do coração. Alçado à fama nacional pelo talent show, o extrovertido e carismático chef de 34 anos, que já tentou ser tenista profissional e integrou um grupo de pagode, sempre sonhou em viver de gastronomia. Após sua primeira participação na cozinha mais famosa do Brasil, Vitor estagiou por três meses em um renomado restaurante em São Paulo, um passo fundamental para sua profissionalização na área. 

Versátil e ágil, Vitor inaugurou seu primeiro restaurante, o Smash! Burgers, na capital paranaense. Bourguignon combina talento culinário com espírito empreendedor, especializando-se em técnicas da culinária francesa, cozinha molecular, churrasco, defumação e panificação. Hoje, o chef está à frente de mais dois empreendimentos: o moderno açougue Boi and Beer e o restaurante especializado em estrogonofe, Strô. 

Ao propor combinações inusitadas, Vitor reafirma sua identidade na cozinha, desmistificando os sabores dos ingredientes. Com a proposta de recriar pratos tradicionais em releituras contemporâneas, o chef desenvolveu um cardápio exclusivo para o evento. A entrada do jantar será um cannoli de carne de onça, temperada à moda paranaense e finalizada com mostarda l’ancienne e ciboulette. Para os vegetarianos, a opção é um cannoli caprese recheado com stracciatella, pesto genovês e tomate concassé. As opções de pratos principais são: pierogi recheado de batatas assadas, servido com molho cremoso de queijos de Witmarsun e finalizado com trufa; e barreado acompanhado por mousseline de banana-da-terra e gremolata fresca. A opção vegetariana é o barreado de jaca, com mousseline de banana-da-terra e gremolata de ervas frescas. Para adoçar, a sobremesa será um creme brûlée de laranja pêra, com um toque suave e cítrico de raspas da própria fruta. Vitor assina o cardápio dos dias 24, 27 e 28 de agosto. 

Experiência completa

A noite temática começa com os passageiros sendo recepcionados na Estação Ferroviária, totalmente decorada para a ocasião. Em seguida, eles embarcam nos vagões de luxo para um jantar exclusivo. O passeio gastronômico possui apenas 100 lugares, com o valor de R$ 389,00 por pessoa. O evento inicia com uma viagem guiada de 30 minutos, seguida de um jantar com duração de três horas. 

Além da decoração na estação, o espaço oferece  bar interno e externo, além de lounges de descanso. Durante a noite, será servido um menu autoral, proporcionando  aos passageiros a oportunidade de interagir diretamente com o chef convidado em uma experiência gastronômica imersiva. 

Dando continuidade à experiência, o chef André Pionteke, participante da terceira temporada do MasterChef Profissionais, comandará a cozinha nos dias 29 e 30 de agosto. O Expresso MasterChef Brasil conta com a apresentação da Viaje PR e é patrocinado pela Universidade Positivo e Dr. Peanut, com apoio da Bodebrown, Kaffe-Kantate, Sebrae e Hard Rock Cafe Curitiba. A realização do evento é da AirPromo e da Serra Verde Express.

Serviço:

Expresso MasterChef Brasil

Datas: 

24, 27 e 28/08: Chef Vitor Bourguignon

29, 30 e 31/08: Chef André Pionteke

Horário: Terça a quinta-feira, a partir das 19h30, com saída do trem às 20h; sexta a domingo,  a partir de 20h30, com saída às 21h.

Local: Avenida Presidente Affonso Camargo, 330 – Jardim Botânico, Curitiba

Mais informações: https://expressomasterchef.serraverdeexpress.com.br/ 

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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