Voice Experience Network reúne mercado financeiro para debater a transformação digital

[flgallery id=3405 /]

Em evento on-line e gratuito, profissionais de sucesso compartilham experiências de como usar tecnologia e inovação a serviço da solução de problemas reais e do desenvolvimento sustentável

Como fazer do presente e do futuro algo melhor e para todos? Essa missão faz da semana do dia 21 de setembro o ponto de partida oficial do VEN, o Voice Experience Network, que como o som da sigla sugere é um convite para todos que querem estar na transformação digital em curso. Concebido pela startup curitibana de call tracking PhoneTrack, o evento visa proporcionar gratuitamente conhecimento e inclusão digital em tempos de muita reflexão e de exponencial transformações na forma de viver essa revolução digital que já rompeu os limites mentais entre presencial e virtual. 

“O VEN tem como foco principal o compartilhamento de conhecimento e experiências, com alguns temas como tecnologia, inovação, omni channel e dados norteando o evento”, explica o CEO da PhoneTrack, Marcio Pacheco. “O mundo do amanhã será regido por tecnologia e, como dizem alguns especialistas, no futuro, todas as empresas serão de tecnologia ou com forte base tecnológica. Dessa forma, trazer o assunto é quase uma responsabilidade social, principalmente no setor financeiro, que está sendo um dos mais impactados pela revolução digital”, informa Pacheco com conhecimento de causa praticado diariamente, uma vez que a startup transforma voz em dados para a mensuração, monitoramento e análise dos serviços.

Em 2020, a PhoneTrack deve registrar crescimento entre 80% e 90% em relação ao ano passado. “Logo no início da pandemia fizemos uma análise de como poderíamos ajudar os nossos clientes a superar este momento difícil e não faltaram formas de como fazer isso na prática. Nossa base de clientes é formada principalmente pelos setores automotivo, imobiliário, financeiro, agências de marketing e hotelaria – e todos esses foram fortemente impactados”, observa. Isso só foi possível porque a startup praticou a máxima de usar a tecnologia e dados para resolver problemas reais.

Uma pesquisa conduzida pela Deloitte com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) mostrou que a quantidade de atendimentos por meio de contact centers aumentou quase 7 milhões entre janeiro e abril de 2020. Nas operações bancárias que utilizam os serviços da PhoneTrack, das 366 mil ligações recebidas, 48,9% foram consideradas improdutivas ou muito improdutivas. Os dados revelaram a necessidade de rever procedimentos para melhorar a experiência do usuário. “Não atender um potencial cliente é enfraquecer um vínculo, mas saber quem ele é e proporcionar um novo contato para falar do que ele realmente precisa faz toda a diferença. Ter tais dados em mãos e planejar ações aprimora a experiência do consumidor”, orienta. A atuação da PhoneTrack está diretamente ligada à melhoria de performance em marketing e vendas, entendendo como eliminar gargalos, reduzir desperdícios, aumentar o ROI do marketing e, principalmente, ajudar as empresas a melhorarem a experiência dos consumidores no canal de voz, algo fundamental, principalmente neste momento de crise.

Oportunidade de troca de experiências com quem registra resultados exuberantes

Totalmente on-line e gratuito, o Voice Experience Network tem por objetivo multiplicar o alcance da revolução que se quer para o mundo por meio da informação e o alcance com escalabilidade sem precedentes que a internet possibilita. “Acredito que entender de tecnologia e dados será tão importante quanto ler ou escrever em algumas décadas. Atualmente já se falta no analfabeto digital, e ainda estamos apenas no começo desta longa caminhada”, constata Pacheco.

O empresário não só acredita que é papel de todos os players compartilhar conhecimento como convidou parceiros de renome na empreitada – e são dezenas de aliados gigantes que participam do evento, como Ebanx, Tecnobank, Banco Daycoval e Simply, Ilumeo, Idwall, Sicredi, Take, Cortex e Sensedata. “Acreditamos que a plataforma de eventos seja a principal forma de construirmos relacionamento com o mercado e, principalmente, somar no compartilhamento de conhecimento. Falar de tecnologia e voz por si só não ajuda as empresas, precisamos entender as dores e necessidades do setor financeiro intimamente e entregar soluções que resolvam os problemas reais. Em um evento, além de nos posicionarmos no mercado, também podemos aprender muito e nos tornarmos especialistas.“, avalia Pacheco.

A programação é dividida em sete trilhas: Cenário Macroeconômico; Estratégia, Inovação; Dados e Performance; Atendimento e Relacionamento; Geração de Demanda; Usabilidade e mais um conteúdo bônus de Branding. As palestras são abertas e gratuitas, basta se inscrever no link https://voicexperience.network/#programacao . Uma prévia do que vem pela frente pode ser conferida na página do evento no YouTube, com a primeira palestra de aquecimento com o speaker Thiago Coutinho, Team Leader na Transformação Digital do Sicredi, que traz o tema “A transformação digital chegou, mas o cliente será digital para sempre?”. “É o cliente que escolhe o canal para a interação. Os canais digitais servem para trazer conveniência, mas, na nossa visão, tem e ainda vai ter relevância a experiência do contato humano. Alguém te ligar transmite a sensação de ser cuidado e isso é reconhecido com algo mais premium. O contato humano pode ser potencializado por tecnologias, pelo digital, mas sempre será relevante na relação das pessoas e com as empresas com as quais elas se relacionam. A pandemia afastou os clientes das agências, mas nossa força segue no contato humano e na nossa presença física nas mais de 2 mil agências distribuídas nos municípios onde o Sicredi atua”, ressalta Coutinho. 

Case de transformação digital desde 2017, o Sicredi segue com a estratégia em construção. “Nossa experiência passa muito pela parte cultural de transformação digital. Não é só uma transformação de tecnologia, que é um grande viabilizador. Os nossos porquês de transformação não foram algo tão empurrado, foram uma transformação proposta pela própria empresa lá em 2017, antes de ter tudo isso, open banking, Pix e tudo mais”, destaca Coutinho. Transitar entre canais, ser ominichannel como o conceito do nosso case Fisital (físico com digital) é resultado de muita coragem e entrar em choque ao propor mudanças quando se está crescendo 20% ao ano”, afirma. “Não é algo simples, mas é uma forma de dar respostas às transformações que vêm vindo. No Sicredi, temos a ousadia de trocar o core bancário, onde o processamento acontece, em plena operação. Estamos construindo um core novo, super ousado, fazendo isso, trocando o motor bancário com o carro andando”, completa.

Serviço:

Voice Experience Network

21 a 25 de setembro (evento on-line)

Inscrições gratuitas, programação completa e palestras: www.voicexperience.network


Sobre a PhoneTrack
A PhoneTrack é uma startup paranaense que transforma a relação entre empresas e consumidores por meio da inteligência aplicada a voz. A empresa acredita que o papel da voz, além de ser um canal de contato, é também atuar como fonte de dados que podem ser utilizados nas estratégias de conversão e vendas. Desde 2015, já foram analisados 100 milhões de minutos e 8 milhões de ligações de consumidores únicos. Atualmente, mais de 200 agências e 1.200 concessionárias automotivas utilizam a tecnologia. O compromisso da PhoneTrack é com a inovação e colaboração no desenvolvimento data-driven das agências e empresas, a fim de atender as necessidades do mercado.

Share:

Latest posts

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro...
Saiba mais >
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >