Festa do Brincar, voltado para crianças de 6 a 10 anos, será lançado durante o 1º Congresso Nacional da Infância e Adolescência Missionária, em Aparecida Créditos: Divulgação Grupo Marista

Campanha Defenda-se lança jogo Festa do Brincar no 1º Congresso Nacional da Infância e Adolescência Missionária

Abordando estratégias de prevenção a violências contra crianças de forma amigável e lúdica, o jogo está disponível gratuitamente no site da Campanha

A Campanha Defenda-se, projeto do Centro Marista de Defesa da Infância (CMDI), lança o jogo Festa do Brincar durante o 1º Congresso Nacional da Infância e Adolescência Missionária (IAM), que ocorrerá de 27 a 29 de setembro de 2024, no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP). O evento, que reunirá crianças, adolescentes e famílias de todo o país, visa promover laços de fé e solidariedade, além de incentivar a proteção e defesa dos direitos das infâncias e adolescências.

Festa do Brincar é voltado para crianças de 6 a 10 anos e tem o objetivo de apresentar temas como consentimento, segurança online e estratégias de prevenção às violências, principalmente a violência sexual, de forma amigável e lúdica. Os jogadores podem escolher entre os personagens Bia ou Santiago, com os apelidos de Amora e Vagalume, e explorar diversos ambientes escolares em um dia especial de festa.

“O jogo foi pensado para ser uma forma leve de gerar diálogos importantes entre crianças e adultos de confiança, seja no ambiente familiar, escolar ou outros espaços de convívio das crianças”, explica Rafael Teixeira, analista de comunicação do CMDI.

Os jogadores podem ganhar pontos extras ao interagir com elementos escondidos nos cenários, incentivando a curiosidade e o aprendizado.

Desenvolvido em parceria entre Centro Marista de Defesa da Infância e FTD Educação, o jogo é gratuito e está disponível no site https://defenda-se.com/festadobrincar/.

Sobre a Campanha Defenda-se

Campanha Defenda-se promove a autodefesa de crianças contra violência sexual a partir de uma série de vídeos animados e jogo online. As histórias ajudam no reconhecimento de estratégias que dificultam a ação dos agressores.

Há, também, materiais para educadores e adultos de confiança, como o material “Revelação Espontânea: cartas à comunidade educativa”, que traz informações sobre a acolhida de uma criança que relata uma situação de violência; “Práticas educativas”, com roteiros de atividades e referências bibliográficas para tratar temas ligados a direitos de crianças e adolescentes e prevenção de violências; e ebooks “De olho na cena”, que aprofundam as mensagens-chave abordadas nos vídeos da Campanha.

“A Campanha Defenda-se se conecta aos apelos do Papa Franscisco em documentos como o Moto Proprio ‘Como uma mãe amorosa’, de 2016, e ‘Vós sois a luz do mundo’, de 2023, em que pede por ações concretas na proteção das infâncias”, afirma Rafael.

Todos os materiais são disponibilizados gratuitamente em https://defenda-se.com/ 

Sobre o Centro Marista de Defesa da Infância

O Centro Marista de Defesa da Infância atua, desde 2010, na proteção e defesa de crianças e adolescentes. Ao trabalhar com a sociedade, conectamos vidas e organizações para que os direitos da infância não sejam apenas reconhecidos, mas ativamente respeitados e promovidos. Com uma abordagem multidisciplinar, o Centro de Defesa se dedica a duas temáticas principais: prevenção e enfretamento às violências contra crianças e adolescentes e políticas públicas informadas por evidências. Saiba mais em centrodedefesa.org.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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