Ceia para todos: Pequenas mudanças nas receitas permitem que pessoas com restrições alimentares participem das celebrações sem riscos

Farinhas sem glúten, ingredientes sem lactose e com baixa quantidade de açúcar são as principais recomendações

As celebrações de final de ano são marcadas pela união da família e uma mesa farta, com diversos pratos doces e salgados. Mas, para pessoas com alguma restrição alimentar, como diabetes, intolerância ao glúten, lactose e ovos, participar das ceias de Natal e Ano Novo pode ser um grande desafio. Isso porque um único ingrediente acrescentado na hora do preparo pode fazer com que toda a refeição seja comprometida. A boa notícia é que pequenas alterações podem permitir que todos participem das ceias de final de ano sem riscos. 

A nutricionista do Hospital Marcelino Champagnat, Andressa Troles, conta que, para quem tem intolerância, é fundamental optar por ingredientes sem glúten e sem lactose ao fazer as receitas. “O panetone é um clássico dessa época do ano e pode sim ser consumido por pessoas que têm intolerância ao glúten, desde que mudem alguns ingredientes na receita. Optar pelas farinhas sem glúten e leites sem lactose já ajuda. No caso da diabetes, substituir o açúcar refinado por açúcar mais natural ou adoçante é uma boa opção”, conta a nutricionista. 

As castanhas e oleaginosas, que também fazem parte dos pratos tradicionais de final de ano, são uma ótima indicação para quem sofre com diabetes. “As castanhas têm bastante fibra e prolongam a sensação de saciedade, além de terem uma boa digestão. São as mais indicadas para quem tem diabetes, mas sempre com moderação porque também são ricas em calorias. Vale dizer também que é muito importante sempre consultar um nutricionista para saber quais são as melhores indicações e a quantidade que o paciente pode comer”, comenta. 

Mais saúde

E essas dicas também valem para quem não tem nenhuma alergia, mas quer manter uma refeição saudável na ceia de Natal e Ano Novo. Mudar ou reduzir a quantidade de alguns ingredientes já melhora a composição nutricional da receita, como a lentilha que é rica em proteínas e fibras. “Substituir o arroz por quinoa, ou colocar ela na farofa, é uma ótima dica para ter uma fonte boa de proteínas na ceia de Natal, além de ser perfeito para quem é vegetariano ou vegano. Já entre as carnes, a melhor opção é o peru, por ser uma ave leve, saborosa e com baixo teor de gordura, além de ser uma fonte rica em proteínas, vitamina B6 – importante para a saúde cerebral – e selênio, que tem alto poder antioxidante”, explica a nutricionista. 

Nas comemorações de final ano, as frutas são sempre bem-vindas e podem estar ainda mais presentes. Frutas vermelhas como morango, framboesa e cereja agem como anti-inflamatórios e antioxidantes, e também são fontes de vitamina A, B e C, cálcio e ferro. Com essas pequenas mudanças, as ceias de final de ano podem ficar ainda mais saudáveis e saborosas, podendo ser apreciadas por todos.

Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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