Com foco nos “atacarejos”, Jasmine Alimentos amplia linha de granolas tamanho família

No Brasil, o consumo de granolas acelera conforme aumenta a busca por uma alimentação saudável e mais nutritiva. Segundo dados da Kantar, consultoria especializada em pesquisa de mercado, a categoria cresceu 37% quando comparada aos 12 meses anteriores. De acordo com o levantamento, a marca Jasmine foi a que mais contribuiu para este novo cenário, ganhando novos lares e crescendo percentualmente duas vezes mais que o total da categoria.

Embalada pelos bons resultados dos últimos meses, a empresa acaba de lançar dois novos sabores de granolas em tamanho família. A novidade vai atender também pontos de venda conhecidos como “atacadões”, grandes espaços de compras distribuídos em diversas regiões do Brasil. Essas lojas, nas quais os clientes encontram uma grande variedade de produtos com preços mais baixos, são tradicionais em países como os Estados Unidos e, no Brasil, receberam o nome de “atacarejo” – uma junção de “atacado” com “varejo”.

Em 2020, o segmento registrou crescimento nominal de 5,2%, com faturamento de R$287,8 bilhões, garantindo a participação de 51,2% no mercado nacional e abrangendo mais de 50% do mercado pelo 16º ano consecutivo. Os dados são do Ranking Abad/Nielsen 2021 – ano-base 2020, divulgado em setembro pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad).

A nova granola Zero Açúcar Tradicional e o sabor Integral Maçã e Canela (já comercializado no tamanho 300g) passam a ser ofertadas no mercado a partir de outubro, nas versões de 850g e 1kg, respectivamente. Estes lançamentos chegam para ampliar a linha de granolas tamanho família, que já contava com os sabores Castanha de Caju e Tradicional, vendidos em embalagens de 1 kg, e com a granola Cereais Maltados, com 850g,

“Neste momento, as pessoas passaram a se alimentar mais em casa. Por isso, contar com as opções em tamanhos maiores, para que possam atender melhor às famílias, é algo que apostamos como sucesso garantido e de grande relevância para a manutenção da nossa liderança em vendas no mercado de granolas”, comenta o CEO da Jasmine Alimentos, Rodolfo Tornesi Lourenço.

Dentro da linha com selo Vegan, sem ingredientes de origem animal, a opção Maçã e Canela é enriquecida com 11 vitaminas e minerais e traz em sua composição pedaços da fruta. Já a Granola Zero Açúcar também é livre de qualquer ingrediente animal, tem o mesmo sabor, cor e textura da campeã de vendas, a Granola Tradicional, com a vantagem de ser adoçada com Stevia, um adoçante natural benéfico para pessoas diabéticas, pois pode auxiliar no controle dos níveis de açúcar no sangue e ajudar a aumentar o colesterol HDL, diminuindo o risco de problemas cardiovasculares. além disso, é fonte de fibras e possui baixo teor de sódio.

A Jasmine é pioneira na produção de granolas no Brasil, tendo lançado seus primeiros produtos do segmento em 1994. Até hoje, as granolas da marca são um dos principais produtos, e responsáveis por 30% do faturamento da empresa. “Nosso portfólio possui mais de 130 itens elaborados com matérias-primas rigorosamente selecionadas. Dentro dessa gama, temos um orgulho imenso de ter a linha de granolas e, ainda mais, ser líder de vendas nessa categoria”, comemora Tornesi.

Para conhecer toda a linha de granolas da Jasmine Alimentos, basta acessar o site www.jasminealimentos.com.

 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal há 30 anos, no Paraná. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014, a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa. Mais informações: www.jasminealimentos.com  

 

Pesquisa

Fonte: Kantar, Worldpanel Division – Granolas, crescimento em valor, período: últimos 12 meses terminados em julho 2021 versus mesmo período do ano passado.

Share:

Latest posts

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro...
Saiba mais >
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >