Como aproveitar as férias para aprender inglês

Enquanto as aulas não voltam e o trabalho não chama, equilibrar o lazer e o aprimoramento pessoal pode ser uma boa maneira de começar melhor o ano. O período de férias é uma oportunidade única para manter ativo o aprendizado de algumas habilidades, entre elas idiomas estrangeiros, como o inglês. De acordo com o gerente de conteúdo do PES English, Luiz Fernando Schibelbain, “estudar nesse momento é uma boa ideia porque permite aprender com aquilo de que se gosta, sem a necessidade de manter uma rotina tão rígida. A melhor estratégia para isso é aprender um pouco todos os dias”. O especialista separou uma série de dicas para ajudar nessa empreitada.

  1. Use o dicionário

Busque um dicionário inglês/inglês, seja físico ou na internet, e use-o para procurar palavras. Ler as definições em inglês realmente contribui para fortalecer o repertório.

  1. Aplique o que sabe

Aprenda uma nova palavra ou expressão todos os dias e tente usá-la em uma frase. “Se quiser tornar seu aprendizado ainda mais completo, procure aprender a maior quantidade possível de palavras que puder de determinado conjunto lexical, ou seja, palavras associadas a algo”, detalha Schibelbain. Você pode, por exemplo, buscar todo o vocabulário existente relativo a computador (mouse, teclado, monitor, impressora, etc.), esportes, hobbies, animais de estimação, partes da casa, entre outros.

  1. Consuma materiais infantis

A linguagem mais simples, usada em boa parte dos desenhos animados e livros infantis, facilita a aquisição de palavras e expressões idiomáticas. Por isso, assista a desenhos animados e leia livros infantis. Além da linguagem simplificada, as imagens também ajudam a tornar o aprendizado mais fácil.

  1. Associe o idioma a algo de que gosta

Escolha um hobby pessoal e procure por informações sobre ele em inglês. “Associar o que se está aprendendo a algo que já é fonte de diversão e/ou prazer é uma forma de tornar o estudo mais interessante”, explica o especialista.

  1. Pratique a conversação

Conversar com quem já fala inglês, seja qual for o assunto, é sempre uma boa maneira de praticar o que se sabe.

  1. Dê preferência ao inglês

Ao fazer qualquer busca na internet, tente optar pela versão do conteúdo em inglês para ver como se sai.

  1. Use as configurações

Televisão, celular e outros aparelhos eletrônicos podem ser configurados para o inglês. E, como os comandos são fixos, internalizá-los se torna um processo mais rápido.

  1. Jogue

Encontre jogos em inglês. Schibelbain afirma que essa é uma ótima estratégia para se manter motivado. “Movimento, audição, leitura e um contexto estabelecidos são tudo o que nosso cérebro quer para um aprendizado mais completo.”

  1. Leia e escreva em inglês

Combine com amigos e familiares que falam inglês para que, uma vez por semana, vocês se comuniquem por escrito em inglês, por meio de mensagens escritas. Além disso, com uma meta modesta já é possível melhorar a compreensão do idioma escrito. Escolha um bom livro em inglês para ler durante as férias, mesmo que sejam apenas cinco ou dez páginas por dia. Outra ideia é ler artigos em inglês em jornais como The Guardian, Daily Mail, Telegraph, entre outros. Para ir além, escreva e poste um comentário na “seção de comentários”, que geralmente aparece ao final do artigo. Procure, também, ler os comentários de outras pessoas. Às vezes, eles são mais interessantes do que o artigo em si.

  1. Cante

Escolha uma música em inglês e busque a letra dessa música na internet. Depois de aprender essa letra, cante junto com a música. O ritmo e as contrações das palavras ajudam a destravar a oralidade.

  1. Narre seu cotidiano

No dia a dia, procure sempre descrever em inglês o que está acontecendo, por exemplo: “estou enviando uma mensagem” ou “estou indo ao mercado”.

  1. Traduza

Leia um texto em português e, em seguida, use o Google Tradutor para traduzi-lo para o inglês. Como você já leu o mesmo texto em português, será mais fácil entendê-lo em inglês. Aproveite para checar se há algo traduzido de forma estranha.

  1. Divirta-se

Filmes e séries que você já viu em português podem ser reprisados em inglês, com legendas em português. Durante a experiência, aperte o pause e reproduza alguns diálogos.

  1. Use as plataformas de conteúdo digital

É possível aprender mesmo relaxando. “Se você quiser relaxar, basta deitar-se no sofá e ouvir um podcast em inglês ou assistir a um vídeo no YouTube. A linguagem mergulhará em seu cérebro e você aprenderá sem fazer esforço”, sugere Schibelbain.

  1. Desligue as legendas

Assista a uma cena de filme em inglês com as legendas desligadas. Pense no que foi dito. Reassista com as legendas e perceba o quanto compreendeu.

 

Sobre o PES English

O PES English é um programa de Inglês avançado destinado a escolas particulares. Ele oferece aos professores assessoria pedagógica especializada, portais de conteúdo e uso da língua inglesa, além de materiais didáticos internacionais publicados por editoras de referência. Presente em mais de 390 escolas em todo o país e atendendo a mais de 105 mil alunos, a solução educacional tem como objetivo desenvolver as habilidades de leitura, fala, escrita e escuta do Inglês em alunos entre 3 e 16 anos. Com certificação e reconhecimento internacionais, o PES também oferece a escolas e alunos assessoria na administração e aplicação de exames de proficiência Cambridge e Michigan Assessment English.

Share:

Latest posts

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro...
Saiba mais >
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >