Consumo de fibras alimentares por brasileiros é inferior ao indicado pela OMS

Manter uma dieta rica em cereais integrais, frutas, verduras e legumes e diminuir o consumo de alimentos refinados e industrializados é uma recomendação dada frequentemente pelos profissionais da área de nutrição e autoridades de saúde. A Organização Mundial de Saúde (OMS) indica que adultos devem ingerir, pelo menos, 25 g de fibras por dia, média inferior a dos brasileiros. De acordo com a “Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018: Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil”, divulgada em 2020, os brasileiros estão reduzindo a ingestão de fibras que era de 20,5 g em 2008-2009, e passou para 15,6 g em 2017-2018.

Se restava alguma dúvida, novos estudos científicos vieram para corroborar essa premissa pela saúde, longevidade e vitalidade das pessoas. Antes de conhecer os motivos para aliar-se aos grãos integrais, cabe destacar que todas as vantagens citadas neste material dizem respeito aos alimentos verdadeiramente integrais.

Segundo  recomendação da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA, esses alimentos devem preservar os grãos e cereais intactos, como é o caso do processo de produção adotado pela Jasmine Alimentos. Todos os itens do portfólio da marca como farinha de trigo, farinha de chia, farinhas de linhaças dourada e marrom, bem como demais produtos integrais, não passam por nenhum processo de refino, mantendo as características nutricionais e partes intrínsecas do grão integral, como casca, farelo, película protetora, fibras e compostos bioativos.

Coração batendo forte e saudável

Um estudo publicado neste ano na revista científica The Journal of Nutrition e realizado por pesquisadoras do Centro de Pesquisa em Nutrição Humana Jean Mayer USDA sobre Envelhecimento da Universidade Tufts concluiu que a ingestão de, pelo menos, três porções de grãos integrais por dia auxiliam na pressão arterial, no tamanho da cintura, na diminuição do açúcar no sangue, dos triglicerídeos e ainda nivelam o colesterol bom (HDL), beneficiando a saúde cardiovascular.

Vida longa aos consumidores

Outra descoberta científica diz respeito à longevidade de quem prioriza alimentos integrais aos refinados. Pessoas que comem ao menos três porções de grãos integrais diariamente podem reduzir o risco de morte prematura. Ingerir os grãos inteiros, com suas propriedades nutricionais preservadas, provou ser útil na redução do risco de contrair doenças e na manutenção da funcionalidade e saúde dos órgãos. Isso se deve ao fato de os cereais integrais conterem alto teor de fibras, minerais, antioxidantes e vitaminas.

Olhos saudáveis e visão protegida

Cereais integrais possuem em sua composição o cobre, substância que evita a morte de células do fundo do olho e a degeneração macular relacionada à idade. Esses ingredientes também são ricos em manganês que ajuda a prevenir a catarata, em função de suas propriedades antioxidantes. Outras propriedades de destaque são a vitamina E, zinco e niacina presentes na quinoa, farinha e arroz integrais que também protegem a saúde dos olhos.

Humor e sensação de bem-estar

A farinha integral é fonte de triptofano, aminoácido essencial para o organismo, e vitamina B6. Ambos auxiliam a sintetizar a produção de serotonina – também conhecida como “hormônio do prazer” – no sistema nervoso central. Esse neurotransmissor ajuda a controlar o apetite, melhora o humor e causa sensação de bem-estar. Inclusive, a deficiência de serotonina pode desencadear mau humor, depressão, estresse e desejo por alimentos ricos em carboidratos e açúcar. Desta forma, o consumo regular de farinha integral melhora a disposição e sensação de felicidade das pessoas.

Atenção aos rótulos e à integralidade dos cereais

É importante destacar que muitos produtos hoje no mercado autointitulam-se integrais, mas apresentam em sua composição quantidade de farinha branca superior à farinha integral. Os benefícios acima indicados dizem respeito às propriedades dos grãos integrais preservados, produzidos em um processo cuidadoso, seguro e de qualidade. “A farinha integral empacotada da Jasmine é 100% integral, produzida a partir do grão inteiro do trigo e sem porções refinadas em sua composição”, explica Erika Zifchak, analista de P&D da empresa.

Cabe destacar que todos os alimentos da Jasmine que levam farinha são feitos com grãos de trigo íntegros, que são moídos da forma mais tradicional possível, em um moinho de pedra localizado dentro da planta industrial da empresa, em Campina Grande do Sul (PR). Nesse moinho, o grão é moído entre duas mós, em uma única passagem. Com isso, o equilíbrio natural de amido, proteína, vitaminas e fibras é completamente preservado. Também ocorre a incorporação do óleo do germe de trigo e as vitaminas B e E são mantidas. Desta forma, nenhuma propriedade nutricional é perdida no processo de produção.

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal há 30 anos, no Paraná. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014, a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa. Mais informações: www.jasminealimentos.com. 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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