‘Coolcation’ impulsiona turismo de inverno e reforça Curitiba como destino cobiçado na temporada fria

Curitiba ganha projeção nacional e internacional ao ser eleita pela Lonely Planet como um dos 30 melhores destinos do mundo. Na esteira do crescimento do turismo de inverno, NH Curitiba The Five estima receber cerca de 12 mil hóspedes durante a estação

Com as altas temperaturas cada vez mais frequentes em diversas partes do mundo, cresce entre os viajantes a busca por destinos com clima mais ameno. Essa mudança de comportamento deu origem a uma tendência global já consolidada: a coolcation. A expressão, que combina as palavras cooler (mais frio) e vacation (férias), define o movimento de turistas que trocam o calor intenso por experiências em locais com temperaturas mais baixas — especialmente durante o verão no Hemisfério Norte.

No Brasil, o Paraná tem se destacado como um dos principais destinos de inverno, atraindo turistas interessados em experiências autênticas, gastronômicas e culturais. De acordo com o IBGE, o setor turístico no estado deve crescer 7,5% no inverno de 2025, refletindo o ritmo de expansão observado nos primeiros meses do ano. Dados da Pesquisa Mensal de Serviços apontam que o turismo paranaense teve alta acumulada de 5,9% em 2025 — acima da média nacional, de 5,3%. Já nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 7,7%, quase o dobro da média brasileira (4,3%).

Esse crescimento tem sido impulsionado também pela chegada de visitantes do exterior. Segundo pesquisa divulgada pela Embratur, em parceria com a Polícia Federal e o Ministério do Turismo, o Paraná recebeu 584.772 turistas estrangeiros entre janeiro e maio deste ano — um aumento de 26,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Somente em maio, foram registrados mais de 53 mil visitantes internacionais no estado, sinalizando um aumento expressivo na visibilidade global do destino.

Cidades como Morretes, Lapa e a região da Colônia Witmarsum têm ganhado destaque entre os viajantes que priorizam destinos mais tranquilos e menos explorados. Segundo levantamento da Expedia, 63% dos turistas buscam justamente esse tipo de experiência, afastando-se das rotas tradicionais.

Curitiba, por sua vez, também vive um momento de valorização no cenário turístico. A capital paranaense foi reconhecida pela Lonely Planet como um dos 30 melhores destinos do mundo para visitar em 2025. Esse reconhecimento internacional tem se refletido nos números: segundo o Instituto Municipal de Turismo (IMT), a cidade deve receber cerca de 3 milhões de turistas até o fim do ano — um salto expressivo em relação aos 1,8 milhão registrados em 2024.

Esse aquecimento do setor também se reflete diretamente na hotelaria. O NH Curitiba The Five, localizado no centro da capital, projeta receber cerca de 12 mil hóspedes ao longo do inverno. A expectativa é de um aumento de 26% na taxa de ocupação em comparação com o verão de 2024. “Percebemos uma mudança no comportamento dos nossos hóspedes durante o inverno. Mais do que escapar do frio, eles buscam vivê-lo com estilo e bem-estar”, afirma o diretor do NH Curitiba The Five, Antonio de Albuquerque.

Sobre NH Curitiba The Five:

Minor Hotels é um grupo global de hospitalidade que opera mais de 560 hotéis, resorts e residências em 58 países, buscando sua visão de criar um mundo mais apaixonado e interconectado. Como proprietário, operador e investidor de hotéis, a Minor Hotels atende às necessidades e desejos dos viajantes globais por meio de seu portfólio diversificado de oito marcas hoteleiras – Anantara, Avani, Elewana Collection, NH, NH Collection, nhow, Oaks e Tivoli – e uma coleção de negócios relacionados. A Minor Hotels está acelerando rapidamente suas ambições de crescimento global, com o objetivo de adicionar mais de 280 hotéis até o final de 2027.

A Minor Hotels é um membro da Global Hotel Alliance (GHA), a maior aliança mundial de marcas hoteleiras independentes, e participa do programa de fidelidade GHA DISCOVERY.

Para obter mais informações, visite minorhotels.com e conecte-se com a Minor Hotels no Facebook ou LinkedIn.

Share:

Latest posts

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro...
Saiba mais >
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >