Cresce número de mulheres que empreendem na gastronomia

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9,3 milhões de mulheres estão à frente de uma empresa no Brasil, 25% têm interesse em investir na área gastronômica

Uma possibilidade de incentivar o protagonismo e a liderança feminina, com mulheres ocupando por conta própria espaços que muitas vezes não encontram dentro das empresas. Essa é uma das formas de olhar para o empreendedorismo feminino. Atualmente, o número de empreendedoras vem crescendo. Segundo o Sebrae, há em torno de 9,3 milhões de mulheres à frente de uma empresa no Brasil. 

Uma pesquisa da OnePoll realizada em 15 países com 9 mil mulheres, incluindo brasileiras, revelou que 72% têm vontade de ter um negócio próprio. Sendo o setor da gastronomia a principal área de interesse das mulheres, com 25%. E elas têm mostrado que, também dentro desse setor, qualquer área pode ser delas. É o caso de Lorena Lacava. A veterinária e cozinheira criou o projeto Churras das Gurias no Instagram com o objetivo de dar dicas sobre técnicas de churrasco para mulheres. Apesar dos desafios da representatividade feminina como churrasqueira, Lorena impulsiona outras mulheres nesse ramo

A veterinária conta que sempre se interessou por gastronomia e, como também é especializada em produção animal, percebeu uma oportunidade de trabalhar com as duas profissões. “Consegui juntar duas coisas que eu amo em uma profissão que me deixa muito satisfeita que é fazer comida, falar de carne e servir outras pessoas”, destaca. 

Lorena comenta que sempre esteve inserida em um universo masculino e que é difícil ser respeitada. “A gastronomia também é um universo bastante machista”, afirma a cozinheira. Ela acredita que o principal fator para muitas mulheres se distanciarem da churrasqueira é por parecer ser uma área somente masculina. E é aí que entra a importância da participação feminina. “Eu sou defensora da nossa classe. Quanto mais mulheres fizerem parte desse universo, melhor será para nós”, ressalta. Mesmo com os obstáculos, atualmente, além de compartilhar nas redes sociais seu amor por carnes, Lorena também dá cursos de churrasco para mulheres. 

Para incentivar a participação do público feminino no ramo da gastronomia, principalmente no churrasco, a Alegra, indústria de alimentos de origem suína dos Campos Gerais, no Paraná, está realizando uma campanha de Dia das Mulheres. “É essencial que as empresas promovam a participação feminina na gastronomia e abram ainda mais espaço para essa discussão dentro do ramo alimentício, que pode parecer plural, mas ainda sofre com preconceitos”, destaca a assistente de marketing da Alegra, Ana Carolina de Lima. 

A campanha conta com a participação da influencer Lorena Lacava e leva para as redes sociais da empresa uma nova visão, curiosidades e dicas sobre o preparo de um bom churrasco.

Sobre a Alegra

A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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