Demanda por procedimentos estéticos cresce 20% no verão e spas se destacam como opção segura para recuperação

Brasil é segundo país no mundo com maior número de cirurgias plásticas; spas oferecem suporte especializado para recuperação rápida e segura no pós-operatório

Durante o verão, que no Brasil marca a chegada de um novo ano, muitas pessoas aproveitam o clima de renovação para investir em autocuidado. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a demanda por procedimentos estéticos cresce, em média, 20% entre dezembro e fevereiro. Além disso, de acordo com dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas, atrás apenas dos Estados Unidos. Embora o procedimento em si seja importante, o pós-operatório é determinante para garantir os resultados esperados, e é nesse contexto que os spas se tornam aliados estratégicos.

Para pacientes que realizam cirurgias em cidades distantes de suas casas, por exemplo, a estadia em um spa oferece uma alternativa mais confortável e segura em comparação a hotéis sem suporte médico. Além disso, até mesmo para aqueles que estão na cidade em que moram, a solução pode ser mais segura do que a recuperação na própria casa, pois estarão em espaços que combinam conforto com atenção profissional especializada, atendendo às necessidades específicas do pós-operatório.

Atenção especializada e cuidado 24 horas

Spas que atendem pacientes recém-operados oferecem serviços como enfermagem 24 horas, acompanhamento médico diário e apoio de nutricionistas e fisioterapeutas, minimizando riscos de complicações e assegurando uma recuperação mais tranquila. “O spa é um ambiente ideal para essa finalidade, já que conta com acompanhamento especializado e personalizado. O paciente em recuperação recebe visitas, ao menos uma vez por dia, de um médico do spa que verifica se não há intercorrências. Além disso, todo o atendimento é baseado nas orientações do cirurgião responsável, incluindo medicação e cuidados específicos para cada tipo de cirurgia, garantindo a segurança do paciente”, explica o médico endocrinologista do Spa Estância do Lago, Fabiano Lago.

Outro diferencial dos spas é o cuidado integral com o bem-estar do paciente, o que favorece o processo de recuperação. “O spa trabalha com o cuidado em diversos aspectos, como a oferta de alimentação balanceada, espaços acolhedores e terapias complementares, como fisioterapia e apoio psicológico. Além disso, o paciente tem acesso rápido a consultas de revisão com o cirurgião, caso necessário”, destaca.

Recuperação mais rápida e tranquila

A escolha pelo spa também beneficia as famílias dos pacientes. O suporte especializado oferecido elimina a necessidade de realizar cuidados complexos em casa, como administração de medicamentos ou realização de curativos, que exigem conhecimento técnico.

Com os tratamentos e cuidados disponíveis nos spas, a recuperação torna-se mais rápida e tranquila. “O ambiente natural e acolhedor, aliado ao acompanhamento profissional, ajuda a reduzir riscos de complicações e cria as condições ideais para a recuperação. Além disso, o conforto e o bem-estar proporcionados aceleram a cicatrização, ajudando o paciente a retomar suas atividades do dia a dia, não somente de forma mais rápida, como com mais qualidade de vida”, finaliza Fabiano.

Share:

Latest posts

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

Ganhador-poupanca-cianorte - -Jhon-Marlon-Feltrin-Prodentes - -eletricista-industrial (1)
Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar
Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro...
Saiba mais >
LORD-KRONY
Hard Rock Cafe Curitiba recebe espetáculo em homenagem a Freddie Mercury e o Queen
Freddie-Verso, apresentado por Lord Krony, reúne clássicos da banda em noite dedicada ao legado do cantor O...
Saiba mais >
Bem-estar (1)
Bem-estar emocional como foco no ambiente de trabalho: mudanças na NR-1 colocam a saúde mental como pilar essencial nas estratégias corporativas
Modelo cooperativista se destaca pelo pioneirismo em ações voltadas ao bem-estar emocional dos colaboradores O...
Saiba mais >
*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >