Dia da Pizza: Ingredientes fazem a diferença para preparar receita clássica e comemorar com estilo

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Chef dá dicas de preparação inspirada em tradição italiana, que leva carne suína, cogumelos frescos e nata

Difícil encontrar uma família que não tenha a pizza no cardápio de casa pelo menos uma vez ao mês. Em tempos de isolamento social e alta do delivery, ela é uma das líderes nos pedidos de entrega. E o número de pessoas que se aventuram a prepará-la em casa vem crescendo, junto com os investimentos em cozinhas amplas e equipadas. Mas, se ainda não há espaço para um forno de pizza, a escolha dos ingredientes já pode fazer muita diferença nessa preparação no forno convencional.

Apesar da primeira preocupação ser com o sabor da pizza, é na massa que pode estar o sucesso da receita. “A qualidade da farinha de trigo influencia diretamente no resultado final. É ela que vai conferir a crocância e a leveza da massa”, explica Estefano Stemmer, gerente industrial do Moinho de Trigo Herança Holandesa, que desenvolveu uma farinha especial para esse preparo. Com uma boa massa, a variedade a qualidade dos ingredientes é o que vai diferenciar o prato.

Para marcar o Dia da Pizza, celebrado em 10 de julho, a Alegra, indústria de produtos suínos, convidou o chef Jorge Mariano, do restaurante Madá Pizza e Vinho, para dar algumas dicas. “Escolhi uma receita inspirada em um molho clássico italiano, o boscaiola, que leva pancetta (ou bacon), cogumelos frescos e nata”, conta. Confira:

Pizza de calabresa com cogumelos frescos – Chef Jorge Mariano – Madá Pizza e Vinho

Massa de pizza

-1kg de farinha Herança Holandesa

-600g de água

-20g de sal

-1g de fermento biológico seco

Aqueça levemente a água (não deixe passar de 30ºC), coloque em uma bacia, adicione o fermento e aguarde 15 min. Acrescente a farinha, o sal e misture com as mãos. Quando estiver toda incorporada à água, coloque em uma superfície limpa e sove até obter uma massa lisa e homogênea. Deixe a massa crescer por 2h a 4h em temperatura ambiente, até dobrar de tamanho. Divida a massa em bolinhas de 200g, coloque cada bolinha em um recipiente com tampa e levemente untado com azeite e leve à geladeira por 18h a 24h.


Molho para pizza

-500g de tomates pelados

-10g de sal

Misture os tomates e o sal e amasse com as mãos até obter um molho com pedaços bem pequenos de tomate. O molho tradicional para pizzas italianas não deve ser cozido.

Recheio

-500g de mussarela

-300g de cogumelos paris frescos

-300g de calabresa fatiada Alegra

-Azeite de oliva extra virgem

-Pimenta do reino

-Salsinha fresca.

Pré-aqueça o forno na temperatura máxima por pelo menos 30 minutos. Se tiver uma pedra de pizza, aqueça junto com o forno. Abra a massa e cubra com o molho de tomates. Adicionar a muçarela picada grosseiramente, a calabresa fatiada e os cogumelos também fatiados. Levar ao forno por 3 a 8 minutos (depende da potência do seu forno), girando a pizza caso necessário. Tirar do forno, finalizar com azeite extra virgem, pimenta do reino e salsinha fresca.

Sobre a Alegra

A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.

Sobre a Unium

Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Todas as marcas reunidas pela Unium, inclusive a Alegra, são reconhecidas pela qualidade e excelência.

A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle – de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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