E-book fala sobre emoções para professores e estudantes da rede pública

Nem sempre é fácil lidar com as questões emocionais que cercam o dia a dia de crianças e professores. Dos desafios do processo de ensino e aprendizagem às dificuldades para lidar com as diferenças geracionais, a inteligência emocional é imprescindível para o desenvolvimento de crianças e adolescentes. E, ao longo da pandemia de covid-19, esse se tornou um ponto de preocupação ainda maior. Por isso, o Sistema de Ensino Aprende Brasil, que atende a rede pública municipal de quase 300 municípios em todo o país, lançou o e-book “Educando as emoções”.

“Sentir as emoções é o que torna a vida rica.” A frase, de Daniel Goleman, aparece logo no começo da edição e lembra a importância de não ignorar os sentimentos. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) traz, entre os aprendizados necessários para os estudantes, as chamadas competências socioemocionais. Para a editora de conteúdo do Sistema de Ensino Aprende Brasil, Manoella Soares, “não podemos nos esquecer de que a escola é um organismo vivo. Para que funcione bem, ela depende da saúde de todas as partes que a formam. E a saúde mental é uma parte muito importante para isso”.

Com exercícios pensados para serem feitos em sala de aula, o e-book é um guia prático para educadores de todas as regiões do país. Passo a passo, é possível acessar e explorar cada uma das emoções que formam um ser humano complexo. Além do autoconhecimento, também são trabalhadas habilidades como a empatia, o autocontrole e a tomada de decisões. “O objetivo é possibilitar momentos de troca emocional entre professores e estudantes e também entre as próprias crianças. Muitas questões podem ser resolvidas quando há a oportunidade de olhar para si mesmo e para os outros com atenção e cuidado”, finaliza Manoella. O e-book “Educando as emoções” pode ser acessado gratuitamente no link https://bit.ly/3OnDsqz

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Sobre o Aprende Brasil

O Sistema de Ensino Aprende Brasil oferece às redes municipais de Educação uma série de recursos, entre eles: avaliações, sistema de monitoramento, ambiente virtual de aprendizagem, assessoria pedagógica e formação continuada aos professores, além de material didático integrado e diferenciado, que contribuem para potencializar o aprendizado dos alunos da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental. Atualmente, o Aprende Brasil atende 385 mil alunos em quase 300 municípios brasileiros. Saiba mais em http://sistemaaprendebrasil.com.br/.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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