Educação foi tema da plenária principal da Marcha dos Prefeitos, nesta quarta-feira (29)

Desafios da gestão educacional nos municípios foi assunto de palestra da Aprende Brasil Educação

Na manhã desta quarta-feira (29), os desafios enfrentados para levar uma Educação de qualidade à rede pública municipal de ensino foi tema da plenária principal da XXIVª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Acedriana Vogel e Alexandre Quincozes, respectivamente diretora pedagógica e diretor comercial da Aprende Brasil Educação, subiram ao palco para falar sobre as muitas questões envolvidas na busca por mais qualidade na Educação de crianças e jovens em todo o país.

No Brasil, de cada 100 estudantes matriculados na Educação Básica, apenas 61 têm aprendizagem adequada em Língua Portuguesa ao final dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Quando se trata de Matemática, apenas 51 estudantes chegam ao final dessa etapa educacional com uma aprendizagem adequada nesse componente curricular. E as estatísticas são ainda piores ao final dos Anos Finais do Ensino Fundamental. Em Língua Portuguesa, apenas 41% aprendem o necessário e, em Matemática, assustadores 24%. As informações são do Anuário Brasileiro de Educação Básica de 2021, divulgado pelo Todos Pela Educação.

Mas esses números não são os únicos parâmetros que parecem demonstrar um cenário negativo para o ensino no país. Afinal, o processo de ensino e aprendizagem vai muito além da Matemática e da Língua Portuguesa. “Garantir que nossos estudantes aprendam o que está sendo ensinado é, também, uma forma de assegurar o que lhes é garantido por lei. Hoje, infelizmente, o que se vê é que nossos jovens chegam ao final da vida escolar sem ter seus direitos educacionais garantidos”, afirma Acedriana.

Para Quincozes, atualmente o gestor municipal precisa equilibrar uma série de necessidades distintas em relação à rede pública de ensino. O piso salarial do magistério, por exemplo, que foi reajustado no início de 2023, é apenas um dos fatores que precisam entrar na “conta” da administração municipal. Há, ainda, preocupação com as notas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS) e, por fim, questões relacionadas à oferta de escola em período integral. “São muitos detalhes envolvidos na entrega de um bom ensino e é fundamental que esse gestor tenha ferramentas para ajudá-lo a equalizar todos esses detalhes. Trazer esse debate para a plenária principal da Marcha dos Prefeitos é uma oportunidade única de promover uma Educação com mais equidade”, completa.

A XXIVª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios está sendo realizada até o dia 30 de março na capital federal. Este ano, o tema é “Pacto Federativo: um olhar para o futuro”. A Marcha é o maior evento em defesa da causa municipalista do país.

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Sobre o Aprende Brasil

O Sistema de Ensino Aprende Brasil oferece às redes municipais de Educação uma série de recursos, entre eles: avaliações, sistema de monitoramento, ambiente virtual de aprendizagem, assessoria pedagógica e formação continuada aos professores, além de material didático integrado e diferenciado, que contribuem para potencializar o aprendizado dos alunos da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental. Saiba mais em http://sistemaaprendebrasil.com.br/.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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