Fim de ano: Seu pet tem medo de fogos de artifício?

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Confira como medicamentos veterinários manipulados e pequenas adaptações podem ajudar durante as festas

O final de ano é marcado por confraternizações e, consequentemente, o aumento do barulho. Além das caixas de som, os fogos de artifício utilizados no Ano Novo preocupam os donos de animais de estimação. A sensibilidade da audição dos cães e gatos faz com que eles escutem até quatro vezes mais do que o homem e, consequentemente, se assustem com facilidade durante as comemorações.

Para ajudar a tratar as condições de estresse e ansiedade dos animais no período, os tutores podem fazer uso da Valeriana, um fitoterápico com propriedades calmantes, que pode ser manipulado em formato de biscoito, xarope, gel ou sachê.
Traumas emocionais, quedas, ataques e paradas cardiorrespiratórias são alguns dos problemas que podem afetar os animais durante uma queima de fogos. Segundo a veterinária da DrogaVET, Farah Ramalho de Andrade, a Valeriana pode aliviar a irritação e as mudanças rápidas de humor. “Além do uso para inquietação decorrente dos fogos, o medicamento pode ser utilizado em viagens, internações e até mesmo na chegada de um novo membro da família, que muda o temperamentos dos pets. O ideal é que ele comece a ser utilizado com pelo menos uma semana de antecedência”, argumenta.
De acordo com a veterinária, a principal vantagem da manipulação da Valeriana é que a formulação oferece a dose certa que o pet precisa. A DrogaVET, maior rede de farmácias de manipulação veterinária do Brasil, possui várias opções, que vão desde as tradicionais cápsulas até os biscoitos medicamentosos. “A Valeriana é vendida somente com receita, podendo ser formulada em qualquer uma das apresentações e no sabor de preferência do bichinho de estimação”, explica Farah.
Além disso, o tutor pode usar outras soluções para diminuir o barulho e, consequentemente, o estresse do pet. Um deles é revestir com espuma a casinha, caso o animal possua. Fechar as janelas e portas do ambiente no qual está o bichinho também pode ajudar, assim como ligar a televisão com vídeos que tenham sons mais agradáveis que os estampidos dos fogos.
 
Sobre a DrogaVET
Criada em 2004, a DrogaVET está presente em mais de 30 cidades brasileiras e desenvolve medicamentos, suplementos e vitaminas tanto para pets (de companhia), quanto para animais de esporte, ornamentais, silvestres, de exposição e outros. A empresa alia um rigoroso controle de qualidade ao uso racional e eficiente de medicamentos, proporcionando economia aos proprietários, maior aceitação pelos animais e melhores resultados nos tratamentos ministrados pelos médicos veterinários.
Entre os diferenciais da manipulação veterinária da DrogaVET está a possibilidade de produzir formas farmacêuticas variadas que auxiliam a adesão do animal ao tratamento. Exemplo disso são as fórmulas que podem vir em formato de biscoitos com o sabor preferido do pet. As doses também são personalizadas conforme a necessidade e o peso do animal, evitando desperdícios. Mais informações www.drogavet.com.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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