Física: quais os temas mais abordados no Enem nos últimos cinco anos

Todos os dias, conteúdos da Física perpassam a vida de bilhões de seres humanos, em todas as regiões do planeta. Entender esses fenômenos, no entanto, é um pouco menos frequente, mas fundamental para quem quer garantir um bom resultado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A Matriz de Referência do exame, que traz uma lista com todos os conteúdos passíveis de serem cobrados na prova, é ampla e, por isso, ter uma ideia dos assuntos mais frequentes pode ajudar a ter mais foco na estratégia de estudo. O time de formação do Sistema Positivo de Ensino preparou um levantamento, com base nas provas dos últimos cinco anos, para descobrir quais os conteúdos mais cobrados em Física.

Conhecer esses temas não assegura a nota máxima, mas é um passo importante para conseguir mais pontos nesse componente curricular. Física faz parte da prova de Ciências da Natureza, que também envolvem os conteúdos de Química e Biologia. De acordo com o assessor de Física do Sistema Positivo de Ensino, João Rodrigo de Almeida, o levantamento funciona como uma bússola, indicando aos candidatos o que tem mais chances de estar na edição deste ano. “Não se trata de adivinhar o que vai cair na prova, mas de usar como base as edições anteriores para compreender que tipo de tema costuma estar nela. Isso contribui grandemente para a preparação dos jovens”, afirma.

Nos últimos cinco anos, a prova de Física trouxe como temáticas principais os seguintes assuntos:

Energia – um dos conceitos básicos da Física, a energia costuma estar presente no Enem e demanda que o candidato saiba não apenas de que se trata, mas também as fórmulas envolvidas no cálculo de diferentes tipos de energia.

Mecânica – estudo do repouso e movimento de objetos, essa é uma das grandes áreas às quais a Física se dedica. Dinâmica, cinemática e hidrostática são alguns exemplos de conteúdos que podem ser cobrados dentro do tema.

Eletricidade – cargas elétricas, eletrostática, eletromagnética, etc. Tudo isso está contido nos assuntos englobados pelo estudo da eletricidade.

Óptica – essa é a parte da Física que estuda os fenômenos relacionados à luz. Alguns dos temas abordados nela podem ser propagação da luz, óptica eletromagnética e óptica geométrica.

Termofísica – calor e temperatura são os dois principais conceitos dessa área de estudos, que se dedica a compreender o calor.

Leis de Newton – Lei da Inércia, Princípio Fundamental da Dinâmica (ou Lei da Superposição de Forças) e Lei da Ação e Reação. Isaac Newton segue sendo um dos pais da Física e, por isso, conteúdos relacionados às suas principais contribuições estão sempre entre os assuntos abordados pelo Enem.

Fenômenos ondulatórios – o estudo do comportamento dos diferentes tipos de ondas e como elas se comportam quando encontram obstáculos também é um dos temas que costumam estar nas questões do exame.

“O mais importante, na prova de Física, é ter conhecimento dos conceitos que mais aparecem e saber como eles se aplicam nos fenômenos do cotidiano. Uma das formas de estudar melhor é resolver as provas do Enem dos anos anteriores. Assim, o estudante pode ter uma melhor compreensão do formato das questões e de que tipo de conhecimento é necessário para resolvê-las”, finaliza Almeida.

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Sobre o Sistema Positivo de Ensino

É o maior sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversos componentes, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltadas à educação.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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