Marketing educacional é um dos temas do GEduc 2017

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O futuro da Educação será tema de discussão entre os mais respeitados profissionais do setor, entre os dias 29 e 31 de março, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo. A proposta do Congresso Brasileiro de Gestão Educacional (GEduc), que completa 15 anos de existência em 2017, é compartilhar com a sociedade as mais modernas práticas de gestão que vem sendo adotadas para estimular, nas escolas, temas como inovação, competitividade e competência.

Entre os palestrantes, o diretor corporativo de Marketing do Grupo Positivo, Rogério Mainardes, vai abordar “O novo contexto da comunicação educacional”. Nos dias atuais, em que a tecnologia e as diferentes formas de comunicação distanciam as gerações e as inovações tornam-se obsoletas numa velocidade impressionante, o marketing é um instrumento ainda mais estratégico. “Na área educacional, as ferramentas de marketing e o seu conhecimento tornam-se fundamentais para desenvolver a satisfação com os serviços oferecidos por uma escola aos seus alunos, pais e comunidade”, afirma Mainardes.

O executivo aponta também que o marketing reúne meios para ajudar o corpo docente a trabalhar novos métodos de ensino. “As aulas devem ser interessantes, atuais, motivadoras e que promovam o crescimento do aluno. Para que isso aconteça, gestores e professores podem conhecer mais os recursos de Marketing, suas técnicas, e aplicá-las no dia dos seus trabalhos”, destaca o diretor do Grupo Positivo.

No momento atual, marcado por intensos debates e transformações na vida nacional, as instituições de ensino podem exercer papel de protagonismo para ajudar as futuras gerações a compreender e refletir os fatos. “Mais do que nunca as escolas devem exercer o papel de resgate de valores que elevem a autoestima da sociedade brasileira. A educação é o único caminho para conseguirmos um futuro diferente como nação, para chegarmos ao desenvolvimento almejado perante o mundo. E isso passa pelo trabalho das nossas escolas”, destaca Mainardes. O representante do Grupo Positivo divide o palco do principal evento brasileiro de gestão educacional com expoentes como o filósofo Leandro Karnal, a professora Claudia Costin, da Faculdade de Educação de Harvard, a fundadora do projeto “Teachers Of The Word”, Juliana Spinelli Sinzato, o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia Neto e o reitor do ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Anderson Ribeiro Correia.

O poder da marca

À frente de um dos grupos educacionais mais respeitados do país, Rogério Mainardes explica que os princípios do marketing começam com a construção da marca. “Uma marca forte carrega consigo valores fundamentais, que devem ser compartilhados por todos os envolvidos, de cima para baixo, até chegarmos ao consumidor, que vai optar por uma instituição com a qual se identifica”, ressalta. Segundo ele, o papel do marketing é agregar valor à essa marca, tornando o processo de compra uma experiência emocional para o consumidor.
A essência da educação
O diretor do Grupo Positivo explica que as instituições educacionais são essencialmente, do ponto de vista de Marketing, organizações que vendem serviços. “São serviços fundamentais para a formação de um indivíduo, de um cidadão e de uma pátria”, afirma. Para o executivo, expor as disciplinas  é tão importante quanto o papel da escola de reforçar os valores morais nos cidadãos que estão formando. “Tudo se transforma, mas os valores fundamentais da humanidade ainda são os mesmos. O respeito, a solidariedade, a justiça, a honestidade, a generosidade e outros valores são procurados e valorizados por toda a sociedade – e formam o caráter de uma nação. Ensinar, incentivar e comunicar a prática de atitudes baseadas em valores é algo de extrema importância para uma escola”, aponta Mainardes.
Tecnologia como aliada
O executivo afirma que a escola de hoje e do futuro não poderá mais deixar em segundo plano o uso das plataformas digitais, como a internet, o smartphone e a realidade virtual. Para Mainardes, a tecnologia veio para ficar, mas para que ela se reverta em uma parceira do ensino, é preciso conhecê-la a fundo para identificar o melhor uso de todas. “Está nascendo uma nova escola, não apenas baseada na tecnologia, mas, sim, no estudo e no conhecimento dessas tecnologias, para que possam desenvolver seres humanos mais felizes e realizados com essa fantástica viagem que é a vida neste planeta”, comenta.
Serviço
XIII Jornada de Marketing Educacional – Palestra O novo contexto da comunicação educacional, com Rogério Mainardes
Quando: 31 de março (sexta-feira), 8h30
Local: Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo (R. São Carlos do Pinhal, 424 – Bela Vista)

Sobre o Grupo Positivo – O Positivo nasceu em 1972, a partir da ideia um grupo de professores visionários que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou sua liderança em todas as áreas em que atua Ensino, Soluções Educacionais, Cultura, Tecnologia e Gráfica, graças à qualidade de seus serviços e produtos. Na área de Ensino, o Grupo atua desde a Educação Infantil até o Ensino Superior – Graduação (Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia), Especialização, Mestrado e Doutorado. Mais de 2 milhões de alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão. Escolas de mais de 40 países utilizam soluções desenvolvidas pela divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática, a maior fabricante brasileira de computadores. A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, tem filiais e representações em todo o Brasil, Mercosul e Estados Unidos. Na área cultural, os espaços destinados aos eventos e exposições passaram a contar com o Expo Renault Barigui, em 2012, e a administrar o espaço de feiras e eventos do Shopping Estação, em 2015.  No ano em que completou 40 anos, o Grupo Positivo também lançou o Instituto Positivo, para centralizar e potencializar as ações de responsabilidade social e investimento social privado das suas empresas e unidades educacionais.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. 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O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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