Michele Mara, Val Andrade e Carine Luup levam música curitibana à Rua das Flores

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No próximo sábado, 7 de outubro, a capital Paranaense ganha um evento para reviver a história da Rua das Flores e comemorar a chegada da primavera: o Curitiba Flower Power. Idealizado pelo  produtor paranaense Victor Sálvaro, o evento é um fashion show diferente, que reúne moda, natureza, música e arte na rua mais conhecida de Curitiba. Shows com Michele Mara, Val Andrade e Carine Luup abrem o evento, que começa às 11h, na Boca Maldita.

Formada em canto popular pelo Conservatório de MPB de Curitiba e em Musicoterapia pela Faculdade de Artes do Paraná, Michele Mara é cantora, compositora, atriz e modelo plus size. É popularmente conhecida como a maior imitadora do Brasil e da América Latina da cantora Areta Franklin, reconhecimento que ganhou em 2011, quando venceu o concurso internacional. Como atriz, foi revelação do Longa Amor em Sampa, de Bruna Lombardi, com direção de Carlos Alberto Riccelli e Kim Riccelli, além de dar voz ao tema principal do filme. Hoje, é considerada uma das maiores vozes do soul no Brasil e é organizadora da Marcha do Orgulho Crespo Curitiba.

Val Andrade é paulistana e vive em Curitiba há 8 anos. Começou a cantar em corais gospel e profissionalmente como back vocal de artistas expressivos em Curitiba e nacionalmente. É integrante do elenco internacional da comédia musical acapela Voca People e vocalista do acústico Voice Box e Live Project, com o DJ Nizo Gomide. Além disso, participou dos programas Super Star e É De Casa, como back vocal da banda Georgia.

Carine Luup iniciou a carreira muito cedo, gravando sua primeira participação como cantora aos seis anos de idade, em um disco de grupo infantil. Depois disso, passou a cantar em igrejas e dedicou-se exclusivamente à música gospel por muitos anos. Hoje, trabalha com Jazz, além de ser produtora vocal de diversos cantores. Carine será acompanhada pela Green Street Orchestra, composta pelos músicos Allan Krainski (guitarra), Luciano Nunes (teclado), Guto Krainski (baixo) e Matheus Silva (bateria). A banda apresenta grandes clássicos do Deep Funk e do Soul em roupagens modernas e especialmente escolhidas para a ocasião.

Curitiba Flower Power também conta com a apresentação de Ieda Godoy e leva moda para a Rua XV por meio de criações curitibanas. Cada peça do desfile foi feita com exclusividade para o projeto e será vendidas posteriormente, com todo o valor doado para o Erastinho, primeiro Hospital Oncopediátrico do Paraná. O desfile vai da Boca Maldita à Praça Santos Andrade.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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