Projetos educacionais de Fama e Coronel Fabriciano são finalistas de concurso nacional

Desenvolvidos com alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental, projetos trabalham pirâmides do Egito e linguagem fotográfica

Um projeto de educação desenvolvido no ensino público de Fama e outro de Coronel Fabriciano foram selecionados para a final do concurso nacional Aprende Brasil Criativo e podem ser premiados entre centenas de projetos de todo o país. O anúncio dos vencedores está marcado para o dia 2 de abril, em Curitiba, e terá a participação dos professores responsáveis por cada uma das propostas finalistas e dos secretários de Educação dos municípios que representam.

Promovido pela Aprende Brasil Educação, o concurso está na 2ª edição e busca iniciativas inovadoras nas escolas públicas brasileiras. De acordo com a gerente de marketing e produto da Aprende Brasil Educação, Damila Bonato, essa é uma forma de reconhecer a criatividade no ensino oferecido às crianças. “O Aprende Brasil Criativo é uma vitrine de boas práticas e uma maneira de reconhecer os projetos desenvolvidos pelos professores, que se dedicam a entregar um ensino baseado não apenas na teoria, mas nas vivências”, pontua.

Fama

As curiosidades, a cultura e a arquitetura egípcias foram o ponto de partida para uma brincadeira cheia de intencionalidade pedagógica na Escola Municipal Olinto Magalhães, de Fama. Com a ajuda das famílias, os estudantes do G4 da Educação Infantil participaram de rodas de conversa sobre as pirâmides, que são Patrimônio Cultural da Humanidade. A professora Aline de Castro, responsável pela atividade, conta que, com isso, “os alunos tiveram a oportunidade de conhecer parte da cultura do Egito e a importância de valorizar o patrimônio cultural de outros países. Depois, colocaram a mão na massa e montaram as pirâmides com diversos materiais, como rolinho de papel higiênico, potinhos de iogurte e papelão”. 

Trabalhando as formas geométricas e a sequência numérica, as crianças descobriram que as pirâmides são formadas pelas figuras do triângulo e do quadrado. Por fim, a turma toda montou uma maquete com as pirâmides usando papelão, areia para simular o deserto e caixas de ovo fazendo as vezes de pirâmides.

Coronel Fabriciano

Na Escola Municipal Vereador Paulo Franklin, em Coronel Fabriciano, a professora Fernanda Carvalho escolheu a fotografia para desenvolver um projeto único com os estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental. O projeto “A arte do fotolhar” usou propostas da disciplina de Arte para colocar as crianças em contato com a linguagem da fotografia e instigar o olhar para as diferentes possibilidades que ela oferece. “Dois fotógrafos foram convidados a gravar um vídeo contando sua trajetória e dando dicas de fotografia. Os dois nasceram no Vale do Aço, estudaram em escola pública e são referências internacionais na profissão”, detalha Fernanda.

Depois de assistirem aos vídeos dos fotógrafos profissionais, os estudantes foram convidados a fotografar a escola de forma criativa e artística. “O objetivo foi exercitar o olhar dos alunos, fazendo-os compreender que em um lugar rotineiro há muita beleza e que cabe a cada um desvendá-la”, afirma a professora.

_______________________________________

Sobre a Aprende Brasil Educação

A Aprende Brasil Educação atua em todo o território nacional, potencializando a educação pública brasileira, oferecendo soluções educacionais que estimulam o conhecimento e apoiam os estudantes da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental no processo de aprendizagem. Saiba mais em aprendebrasil.com.br

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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