Psicologia do esporte: atletas precisam aprender a lidar com frustrações para seguir em frente

Todo mundo passa, todos os dias, por frustrações de todos os tipos e intensidades. A vida, assim como a prática esportiva, é uma tarefa que provoca uma série de desconfortos, mas é possível melhorar o desempenho se os problemas forem encarados de frente. Por isso a frustração de um atleta é sempre legítima. Mas um desdobramento do fracasso é a dificuldade individual e até mesmo social de lidar com uma expectativa não realizada, o que pode causar vergonha, sentimento de incapacidade e falta de reconhecimento pelo esforço despendido.

Sofrer uma derrota na prática esportiva pode gerar efeitos psicológicos aos atletas e trazer emoções negativas, como pessimismo, falta de ânimo, indecisão, fadiga mental e falta de confiança. Segundo a doutora em atividade física e saúde e professora de Psicologia do Esporte na Universidade Positivo, Paula Born, é importante que o atleta saiba ressignificar toda a situação criada pela derrota. “A primeira coisa a fazer é olhar para a perda de forma positiva, perceber os erros, fazer uma autoavaliação, pensar nas emoções negativas que vieram com a derrota e mantê-las estáveis”, aconselha.

Hoje em dia, principalmente depois da pandemia, os sintomas depressivos e de ansiedade estão em alta. “Não é diferente para os atletas. Sintomas como esses pedem acompanhamento profissional com um psicólogo do esporte. Outra alternativa é conversar com o treinador ou preparador físico, que são as pessoas que convivem no dia a dia com o atleta. Esses profissionais poderão oferecer um tratamento especial”, afirma a professora.

Os atletas bem-sucedidos são aqueles que sabem lidar com as emoções negativas e transformá-las em energia para treinar e melhorar o desempenho na próxima competição. Segundo o coordenador acadêmico da academia UPX Sports e coordenador do curso de Educação Física da Universidade Positivo, Zair Cândido de Oliveira Netto, “a frustração e a decepção são compreensíveis – ainda que o esporte ajude a desenvolver a resiliência, a persistir diante do revés e a superar obstáculos”.

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em Ensino Superior entre as IES do Estado do Paraná e é uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta e mais de 400 mil metros quadrados de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A Instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de graduação, centenas de programas de especialização e MBA, cinco programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam cerca de 3.500 metros quadrados. Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em up.edu.br/

Sobre a UPX Sports

A UPX Sports é o maior e mais completo centro esportivo do Paraná. Instalada no campus da Universidade Positivo, em Curitiba, é composta por academia, ginásio olímpico, quadras cobertas e ao ar livre, piscinas adulto e infantil, pista de atletismo, pista de caminhada ao redor do lago  e campo de futebol oficial e society (@upxsports).

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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