Segmento de alimentos gluten free visa crescimento de 35% a 40% em 2022 e o Brasil é o 4º colocado em consumo de alimentos saudáveis

Reforçando a missão de compartilhar com o mundo os benefícios da comida de verdade, a Jasmine Alimentos acaba de lançar novos sabores da linha de pães sem glúten, expandindo o portfólio da marca paranaense em 131 itens. Os novos produtos que integram a linha de “pães sem glúten” contemplam o Pão de Milho e o Pão de Batata Doce.

O pão fabricado com farinha de milho integral natural e painço, um grão ancestral de alto valor nutricional, fornece uma textura macia, cor amarelada suave, sabor acentuado e fonte de fibras (3,6 g/porção), valor que representa aproximadamente 15% das necessidades diárias de fibras da pessoa. A outra novidade é o Pão de Batata Doce, popular tubérculo funcional que apresenta alto teor de carboidratos, é rico em fibras e vitaminas dos complexos A, B, C, e ainda, minerais como potássio e magnésio.

A maioria dos produtos da Jasmine Alimentos aderem à tendência clean label, na qual as embalagens são de fácil compreensão e autênticas em relação aos ingredientes da composição, além de não possuírem aditivos artificiais e ingredientes de origem animal.

“Nossos pães são perfeitos para quem busca uma alimentação gluten free por razões médicas e apenas para aqueles consumidores que priorizam uma alimentação mais leve e saudável”, destaca Thelma Bayoud, diretora de marketing da empresa. A linha completa conta com nove sabores, dentre eles, os pães fatiados nas versões Tradicional, Multigrãos, Frutas & Castanhas, Coco e Chia & Ervas Finas, pães de hambúrguer Original e Australiano e, agora, os pães de Milho e Batata Doce.

Tecnologia a favor do sabor e qualidade

Com rigorosos critérios de qualidade e visando ampliar a validade, enquanto nas embalagens originais, a Jasmine Alimentos reforça seu pioneirismo ao criar uma planta exclusivamente dedicada à produção de pães e bolos sem glúten, que conta com a tecnologia de atmosfera protetora nas embalagens. O processo consiste em substituir o oxigênio presente na embalagem por uma mistura de gases especiais existentes naturalmente na atmosfera que inibem a oxidação, conservando os produtos frescos por seis meses.

Reforçando seu compromisso de segurança alimentar, os pães sem glúten da Jasmine são produzidos em maquinário exclusivo para receitas sem glúten e sem leite, com rigorosos padrões de qualidade, matérias-primas com garantia de procedência e linha de produção especializada.

Pão nosso de todos os dias

Segundo levantamento feito pela Kantar por encomenda da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), o consumo de pães industrializados disparou, batendo 89,4% em 2020, com alta de 8,1p.p. se comparado com 2019.

Ainda segundo dados da empresa internacional, a cesta de saudáveis cresceu 32% e a categoria de pães saudáveis acompanhou esse movimento, principalmente com ganho de presença junto ao público jovem, aumentando o consumo e representando 30% dos consumidores da categoria. “As pessoas passaram a buscar mais equilíbrio na alimentação, motivados em fortalecer a imunidade natural do corpo, bem como a busca por um estilo de vida mais saudável. Quando olhamos para nossos números, nossa meta em crescimento de vendas para o 2º semestre de 2021 é de 20% comparado ao mesmo período do ano anterior”, complementa Thelma.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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