Biopark e Governo do Estado assinam pacto para tornar o Oeste do Paraná líder global em tecnologia de proteínas

Instituição reforça seu compromisso com o crescimento do Oeste ao integrar um plano estratégico que visa à liderança global no conhecimento e na agregação de valor às proteínas

Em um movimento estratégico para consolidar o Oeste paranaense como o maior polo de inovação do agronegócio mundial, o Biopark oficializou, nesta quarta (11), a adesão ao Manifesto Ambição Regional. O documento, liderado pelo Programa de Desenvolvimento do Oeste do Paraná (POD), estabelece as diretrizes para que a região deixe de ser apenas uma grande produtora de alimentos e passe a ser a líder global em conhecimento e tecnologia aplicados às proteínas até 2040.

A assinatura ocorreu no Iguassu Valley Show, no estande do Show Rural Digital, em Cascavel, com a presença do governador em exercício, Darci Piana e do vice-presidente do Biopark, Paulo Rocha. Participaram do evento o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Marcio Nunes; o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; o secretário do Codesul pelo Paraná, Orlando Pessuti; o prefeito de Cascavel, Renato Silva; o diretor-presidente da Coopavel, Dilvo Grolli; o diretor-presidente da Lar Cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues; o diretor-superintendente do Sebrae-PR, Vitor Roberto Tioqueta, e o presidente do Iguassu Valley, Victor Donaduzzi, entre outras autoridades.

Inovação em Escala Regional

Como um dos mais relevantes parques científicos e tecnológicos do Brasil, o Biopark passa a integrar o conselho estratégico do plano. Para o vice-presidente da instituição, Paulo Rocha, a parceria é um passo natural para o ecossistema que já está transformando a realidade de Toledo e região.

“O Biopark está completamente envolvido no desenvolvimento do Oeste. Entendemos que, ao nos associarmos ao POD e ao Iguassu Valley, conseguimos potencializar o que já fazemos em nossa região, levando nossas soluções de inovação muito mais longe”, afirmou Paulo Rocha, durante o ato de assinatura.

Para Victor Donaduzzi, o POD cria um ambiente favorável para a inovação, conectando talentos, empresas e oportunidades. “O POD fortalece a competitividade regional. Ele cria um ambiente mais seguro e estruturado para atrair investimentos, incentivar o empreendedorismo e estimular empresas a crescerem aqui. Isso significa mais oportunidades para os jovens, mais renda circulando e mais protagonismo para o Oeste no cenário estadual e nacional!, destacou.

Plano Estratégico

O Manifesto não é apenas um protocolo de intenções, mas um cronograma de ação dividido em três fases: consolidação (até 2028), com o fortalecimento da governança entre empresas, universidades e o setor público; expansão (2029-2033), com a projeção internacional do ecossistema de inovação do Oeste; e liderança global (2033-2040), que visa o alcance do topo mundial em tecnologia de proteínas.

O governador Darci Piana destacou que a união de instituições como o Biopark com os investimentos estatais em infraestrutura — como a duplicação da BR-277 — criará um ambiente imbatível para o desenvolvimento. “Vamos unir o orgulho do que já produzimos à organização que o POD propõe”, ressaltou Piana.

A iniciativa conta com o apoio de mais de 60 entidades, incluindo o Sebrae/PR, as principais cooperativas da região, instituições públicas e privadas. O presidente do POD, Alci Rotta Junior, reforçou que o modelo busca replicar casos de sucesso internacionais, como o de Israel, adaptando-os à vocação produtiva local. O POD foi criado como uma ação de Governança Territorial Regional e busca promover o desenvolvimento econômico sustentável do Oeste do Paraná por meio da sinergia das instituições e integração de iniciativas, projetos e ações.

Com a assinatura, o Biopark reafirma seu papel como motor de desenvolvimento, integrando-se formalmente à rede que busca transformar o “celeiro do mundo” em um “centro de inteligência global”.

Sobre o Biopark

Nomeado pela Anprotec como o melhor hub de inovação do Brasil, o Biopark está localizado em Toledo, região Oeste do Paraná, em uma área de mais 5 milhões de m². Com o foco no desenvolvimento regional por meio da educação, da pesquisa e da geração de negócios, o Biopark já conta com mais de três mil pessoas circulando diariamente em seu território. Atualmente, mais de 130 empresas já atuam no local, gerando empregos e progresso. Três instituições federais de ensino estão instaladas no Biopark (UFPR, UTFPR e IFPR, além da Faculdade Biopark e do Colégio Donaduzzi. Em 30 anos, o Biopark deve receber mais de 500 empresas, ofertar 30 mil postos de trabalho e ter população de 75 mil moradores.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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