A psicologia do bom negócio: City Center Outlet Premium lança campanha focada no consumo inteligente e na autonomia do cliente

Com o conceito “Muito mais por muito menos”, nova estratégia institucional para 2026 acompanha o comportamento do consumidor atual e apresenta a satisfação de comprar com desconto como uma escolha consciente

O ato de consumir mudou, e a satisfação de fazer uma compra de qualidade gastando menos vai muito além da matemática financeira. Impulsionado por essa transformação no comportamento do consumidor, o City Center Outlet Premium apresenta sua nova campanha institucional para 2026. A estratégia traz uma provocação direta ao mercado: comprar de forma inteligente é uma expressão de autonomia e valorização pessoal.

Dados recentes sobre hábitos de consumo revelam que mais da metade dos brasileiros se sente inteligente e confiante ao economizar em produtos de alto padrão. Fundamentada nesse comportamento, a campanha desconstrói a ideia de que o desconto está atrelado apenas à necessidade financeira. Para o City Center, fazer um bom negócio é uma escolha consciente de quem valoriza o próprio dinheiro, o próprio tempo e o próprio estilo.

Por meio de uma comunicação moderna que contrapõe hábitos antigos a novas formas de consumir, a narrativa utiliza a dinâmica de “DE / POR” para ressignificar a visita ao outlet. Em vez de apenas “garimpar descontos”, o convite é “encontrar todos eles”; em vez de “bater perna”, a proposta é vivenciar a experiência de um open mall “com o vento no rosto”. A assinatura “Muito mais por muito menos” resume esse novo momento.

“Diferentemente das abordagens tradicionais do varejo de desconto, que focam apenas no apelo numérico ou na queima de estoque, nossa nova campanha institucional humaniza essa relação e destaca como o cliente se sente. Queremos celebrar o orgulho e a inteligência de quem sabe que pode ter acesso às melhores marcas globais de forma consciente e planejada”, explica a gerente de marketing do City Center Outlet Premium, Fernanda Hickson.

“Mergulhamos nos novos hábitos de consumo para desenhar a estratégia de 2026 e o grande insight foi entender que, hoje, o desconto gera um sentimento de vitória e inteligência no consumidor, e não de privação. Criamos o conceito ‘Muito mais por muito menos’ exatamente para celebrar essa autonomia: a mecânica da campanha ressignifica a experiência do open mall, mostrando que ter acesso às melhores marcas globais economizando é a escolha mais consciente e moderna que o cliente pode fazer. E a tag do ‘DE / POR’ é uma síntese muito visual e criativa desse conceito”, conta o CEO da agência de publicidade Tif Comunicação, Thiago Biazetto.

A nova campanha foi desenvolvida para atender simultaneamente os dois outlets do Grupo Tacla: o City Center Outlet Premium, em Campo Largo (PR), e o Porto Belo Outlet Premium, na cidade de Porto Belo (SC).

Destino de experiências na Região Metropolitana de Curitiba 

A estratégia apoia a consolidação do City Center como um destino  de lazer, turismo e conveniência, e não apenas de compras a preços mais baixos. Localizado  no Km 122 da BR-277, o complexo do Grupo Tacla em Campo Largo oferece um ambiente completo ao ar livre, integrando gastronomia, entretenimento, ambiente pet friendly e um mix diversificado de marcas nacionais e internacionais, como Nike, Lacoste, Columbia, The North Face e Boss. Com essa estrutura, o empreendimento busca se consolidar não apenas como uma parada, mas como um destino de compras e experiências para moradores e turistas de Curitiba e região.    

Ao longo de 2026, o conceito será desdobrado em grandes painéis rodoviários no  eixo que conecta Curitiba ao interior do estado, além de ativações digitais e sazonais, mantendo o foco em mostrar que, para o consumidor que faz escolhas conscientes, o outlet é um destino para compras inteligentes.

Sobre o City Center Outlet Premium

Localizado em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, o City Center Outlet Premium é o primeiro e único outlet do estado do Paraná e um dos maiores do Brasil, com mais de 100 lojas em 74 mil m² de área construída. Segue um conceito americano, que oferece descontos de até 70% durante o ano inteiro, proporciona experiências de compras, lazer e entretenimento para quem mora em Curitiba e outras 30 cidades com grande potencial de compra da região. Construído em um terreno de 290 mil m², o projeto arquitetônico e de paisagismo oferece ambientes a céu aberto, que prezam pelo bem-estar e conforto dos visitantes. É o primeiro outlet com cinema no Brasil, com cinco salas Multiplex Stadium da Cineplus e capacidade para 887 pessoas. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping — que possui outros 11 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: citycenteroutlet.com.br.

Sobre a Tacla Shopping

Com mais de 90 anos de tradição e experiência no varejo, a Tacla Shopping atua na construção, administração, incorporação e comercialização de centros comerciais, shopping centers e outlets. É a maior empresa do segmento no Sul do Brasil, com 12 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo: Shopping Palladium Curitiba, Ventura Shopping, Jockey Plaza Shopping, Shopping Estação e City Center Outlet Premium, na Grande Curitiba (PR); Palladium Ponta Grossa, Plaza Campos Gerais, Palladium Umuarama e Catuaí Palladium (Foz do Iguaçu), no interior do Paraná; Itajaí Shopping Center e Porto Belo Outlet Premium, em Santa Catarina; e Shopping Cidade Sorocaba, no interior de São Paulo.

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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