Divulgação Valmet

Valmet amplia segurança em linhas de conversão de tissue com tecnologia que reduz exposição à poeira

Conceito do Sistema DustControl faz parte de uma abordagem mais ampla da Valmet para elevar os níveis de segurança em linhas de tissue

Em uma linha de conversão de tissue, a poeira gerada durante o processamento do papel representa mais do que um desafio de limpeza. O acúmulo de partículas pode comprometer a qualidade do produto, aumentar a necessidade de intervenções manuais, reduzir a vida útil de componentes e elevar os riscos de incêndio nas instalações. Para enfrentar esse desafio, a Valmet desenvolveu o DustControl, solução que combina extração localizada, automação e monitoramento em tempo real para tornar a operação mais segura.

A tecnologia foi desenvolvida especificamente para máquinas de conversão de tissue e utiliza módulos de sucção posicionados em pontos estratégicos para capturar as partículas transportadas pelo ar. Dessa forma, o sistema reduz a dispersão dos resíduos pela área de produção e, principalmente, evita o acúmulo de poeira em áreas críticas da linha. Segundo a Valmet, esse controle contribui diretamente para diminuir o risco de incêndios e melhorar as condições de segurança da planta.

O tema ganha ainda mais relevância porque a poeira acumulada pode apresentar risco de combustão quando combinada a fontes de ignição, como eletricidade estática, aquecimento por atrito ou superfícies quentes. Na indústria de papel e celulose, a presença de materiais fibrosos e poeira combustível torna o controle desse material essencial para a segurança das operações.

“A segurança precisa estar incorporada ao próprio processo produtivo, e não depender apenas de intervenções posteriores. Ao remover a poeira de forma contínua e controlada, a tecnologia reduz um dos fatores que podem contribuir para situações de risco e, ao mesmo tempo, melhora o ambiente em que o operador trabalha”, explica Elton Hille, Gerente de Serviços de Conversão de Tissue da Valmet na América Latina.

Outro diferencial do DustControl está na forma como a tecnologia é integrada à linha de conversão. O sistema é conectado ao PLC da máquina e pode ser controlado diretamente pelo painel principal do operador. Com isso, informações sobre seu funcionamento e status ficam disponíveis em tempo real, permitindo acompanhar os parâmetros operacionais sem a necessidade de intervenções manuais frequentes.

A solução também conta com recursos de diagnóstico e pode ser monitorada remotamente por especialistas. A combinação entre monitoramento contínuo e análise dos parâmetros operacionais permite identificar alterações, apoiar ações corretivas e favorecer estratégias de manutenção preventiva.

Menos intervenção manual, mais segurança

Além dos riscos associados ao acúmulo de poeira, o excesso de partículas exige rotinas frequentes de limpeza. Ao capturar esse material diretamente nas áreas em que é gerado, o DustControl reduz sua dispersão pela linha e diminui o tempo necessário para essas atividades.

A solução utiliza coifas de sucção especialmente desenvolvidas e posicionadas tanto na máquina quanto no piso, com configuração adaptada às características de cada ativo. A Valmet também oferece diferentes capacidades de sucção e níveis de emissão, de acordo com as necessidades de cada operação, ampliando sua atuação no controle da poeira em linhas de conversão de tissue, combinando segurança, automação, confiabilidade e eficiência em uma única solução.

“Quando falamos em segurança de uma linha de conversão, é preciso olhar para todo o conjunto de riscos. O controle da poeira é uma dessas frentes porque atua de forma preventiva, reduzindo o acúmulo de material e a exposição dos operadores a ambientes com alta concentração de partículas”, afirma Elton.

Além de contribuir para a segurança, a remoção eficiente da poeira pode reduzir as paradas para limpeza, preservar as condições de higiene da operação e aumentar a confiabilidade da linha. O sistema também permite recuperar o ar filtrado, que pode ser recirculado na instalação, quando permitido pelas normas locais e pela configuração adotada, contribuindo para reduzir o consumo de energia dos sistemas de climatização.

A companhia também desenvolve tecnologias voltadas à prevenção e detecção de incêndios, ao monitoramento de temperatura e à redução da necessidade de entrada de operadores nas máquinas durante atividades de manutenção e troca de componentes.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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