Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.

Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário

Trajetória marcada pela inovação e pela ampliação do acesso à saúde bucal coloca o fundador da Neodent ao lado de outros líderes que contribuem para a transformação do setor da saúde

O Dr. Geninho Thomé está entre os 100 Mais Influentes da Saúde em 2026, premiação promovida pelo Grupo Mídia em parceria com o Ecossistema Healthcare, que reconhece profissionais e lideranças que vêm se destacando por sua atuação e impacto no setor da saúde. O nome do cirurgião-dentista aparece na categoria Empresário, refletindo especialmente sua contribuição à saúde por meio da Neodent, empresa que fundou há mais de 30 anos e que consolidou atuação global no segmento de Implantodontia. Entre os nomes reconhecidos nesta edição, também estão lideranças de importantes organizações da saúde brasileira, como o diretor do Hospital Sírio-Libanês, o CEO da Bradesco Saúde, o presidente da Unimed do Brasil e o ministro da saúde.

Para Geninho Thomé, esta não é apenas a representação de uma conquista pessoal, mas também o reflexo de uma trajetória construída a partir da inovação e do compromisso com a transformação da saúde. “Recebo esse reconhecimento com muita gratidão e, principalmente, como um incentivo para seguir contribuindo para a evolução da Odontologia. Sempre acreditei que empreender vai muito além de criar empresas: é identificar oportunidades para transformar realidades, desenvolver soluções e que podem melhorar a qualidade de vida das pessoas. Estar ao lado de tantas lideranças que trabalham para avançar a saúde no Brasil torna esse reconhecimento ainda mais significativo”, afirma.

Uma trajetória dedicada à inovação e à ampliação do acesso à saúde

O papel de Geninho Thomé na transformação da Odontologia começou a ganhar forma ainda nos anos 1990, em um cenário no qual o tratamento com implantes dentários era muito mais restrito no Brasil. Na época, os implantes importados predominavam no mercado, o que elevava custos e restringia o acesso de grande parte da população.

Foi diante dessa realidade que o cirurgião-dentista combinou tecnologia, desenvolvimento científico e visão empreendedora para criar soluções nacionais em Implantodontia. Assim nasceu a Neodent, empresa criada com a ambição de desenvolver, no Brasil, soluções para profissionais da Odontologia e contribuir para ampliar o alcance dos tratamentos com implantes dentário.

Mais de três décadas depois, aquela iniciativa que nasceu para responder a um desafio da Odontologia brasileira ganhou dimensão global. Hoje, a Neodent é uma das marcas referências em Implantodontia e exporta mais da metade de sua produção para outros 97 países, levando tecnologia desenvolvida no Brasil a profissionais e pacientes ao redor do mundo.

Formado em Odontologia pela Universidade Federal de Santa Catarina e com especialização, mestrado e doutorado em Implantodontia, Geninho Thomé também criou a NeoOrtho, voltada a implantes ortopédicos, e o Ilapeo, instituto referência dedicado à pesquisa e ao ensino em Odontologia, onde continua realizando cirurgias em atendimentos de caráter social e vinculados às atividades de pesquisa e educação da instituição. Atua, ainda, como Presidente Científico e do Conselho da Neodent, mantendo seu propósito de criar novos sorrisos e contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.

A influência na saúde em números

Ao longo de sua trajetória clínica, Geninho Thomé contribuiu diretamente para a formação de outros dentistas, e até hoje viaja o mundo promovendo educação e aperfeiçoamento a milhares de profissionais. Apenas em 2025, realizou 36 aulas e palestras nacionais e internacionais e, em 2026, já soma 20 participações até o momento, levando sua experiência a diferentes países. 

Em sua atuação clínica nos últimos 10 anos, foram 557 pacientes atendidos e 2.667 implantes instalados. Sua contribuição também se reflete na produção científica, com mais de 100 artigos publicados ao longo da carreira.

E seu impacto ultrapassa o campo da Odontologia. Em 2025, Geninho figurou entre os três maiores empresários do Paraná no Prêmio Líderes, do LIDE Paraná, reconhecimento que destaca líderes e organizações com contribuição expressiva para o desenvolvimento econômico e social do Estado. Sua trajetória reforça uma atuação à frente de iniciativas que conectam ciência, inovação, empreendedorismo e impacto social, impulsionando os ecossistemas de saúde e empresarial no Brasil e no mundo.

Share:

Latest posts

*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Divulgação Valmet
Valmet amplia segurança em linhas de conversão de tissue com tecnologia que reduz exposição à poeira

Sign up for our newsletter

Acompanhe nossas redes

related articles

*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
ARTIGO: Mentalidade AI First: cinco skills fundamentais para os gestores de RH desenvolverem ainda este ano
*por Juliana Maria – head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em...
Saiba mais >
Dr. Geninho Thomé, fundador da Neodent.
Paranaense Geninho Thomé é reconhecido entre os 100 Mais Influentes da Saúde na categoria Empresário
Trajetória marcada pela inovação e pela ampliação do acesso à saúde bucal coloca o fundador da Neodent...
Saiba mais >
Divulgação Valmet
Valmet amplia segurança em linhas de conversão de tissue com tecnologia que reduz exposição à poeira
Conceito do Sistema DustControl faz parte de uma abordagem mais ampla da Valmet para elevar os níveis...
Saiba mais >
Campanha2026-CityCenter02-1
A psicologia do bom negócio: City Center Outlet Premium lança campanha focada no consumo inteligente e na autonomia do cliente
Com o conceito “Muito mais por muito menos”, nova estratégia institucional para 2026 acompanha...
Saiba mais >