Enem: resultado será divulgado na próxima segunda e nota pode garantir bolsa de até 100%

Na UP, candidatos podem conquistar bolsa integral e outras vantagens para realizar o sonho da graduação

Inicialmente criado para avaliar o desempenho dos concluintes do ensino médio, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) evoluiu ao longo dos anos, consolidando-se como uma ferramenta essencial para democratizar o acesso ao ensino superior no Brasil. Mais do que um exame, o ENEM tornou-se uma porta de entrada para a realização do sonho de cursar uma universidade.

O resultado que está previsto para ser divulgado na próxima segunda (13), permitirá que os estudantes concorram a vagas em instituições de ensino de qualquer região do país, fomentando a diversidade cultural e promovendo o intercâmbio de experiências entre diferentes contextos sociais e econômicos. Mas afinal, como utilizar a nota do ENEM em instituições particulares? 

Na Universidade Positivo, por exemplo, é possível conquistar bolsas de estudo de até 100%, dependendo da pontuação obtida pelo candidato. Os descontos, que variam de 20% a 100% até o final da graduação, são proporcionais ao desempenho no exame e aplicáveis a cursos de graduação, com exceção de Medicina. 

As pontuações são distribuídas da seguinte forma: notas entre 300 e 599,99 garantem bolsa de 20%; entre 600 e 699,99, o desconto é de 30%; de 700 a 899,99, os candidatos recebem 40% de desconto; e, para notas acima de 900, a bolsa é de 100%. 

As inscrições para o processo seletivo via Enem da UP já estão abertas e são gratuitas. Para saber mais, os interessados devem acessar o site:  Processo Seletivo Enem.

Além disso, a UP disponibiliza outras 4 formas de ingresso para ajudar os interessados a ingressarem na graduação. O vestibular mérito, que acontece de forma digital. O vestibular redação, que fica disponível 24h por dia e o candidato pode escolher o melhor horário para a realização do exame, o vestibular múltipla escolha, que tem resultado imediato e ENCCEJA, onde o resultado é disponibilizado após o ato de entrega da nota. 

Ainda com dúvida? 

Para aqueles que fizeram ENEM, mas não sabem qual carreira seguir, a UP lançou a plataforma Vem de ENEM, que conta com a Jornada do Futuro, uma solução gratuita de orientação profissional autodirigida e gamificada. Essa ferramenta prepara os vestibulandos para o projeto de vida, facilitando a escolha profissional de forma consciente e estratégica.

Além disso, o novo portal também conta com o Simulador Sisu 2024, uma ferramenta que permite aos estudantes inserirem os resultados do ENEM e avaliar suas chances de aprovação no curso e universidade desejada. Essa funcionalidade proporciona uma visão antecipada, e ajuda na tomada de decisão antes mesmo da divulgação oficial dos resultados.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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