FPF e clubes do Paulistão Sicredi organizam apitaço feminino em campanha do Dia Internacional da Mulher

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Ação #OApitoÉDelas faz parte do Movimento #ElasnoEstádio, criado neste ano para incentivar o público feminino no Paulistão Sicredi 2020

O público que está acompanhando a 9ª rodada do Paulistão Sicredi 2020 nota uma cena curiosa no início dos jogos. Os jogadores das equipes que disputam as partidas desde final de semana subiram ao gramado acompanhados por mulheres, e não com crianças, como acontece tradicionalmente. E, antes das partidas começarem, essas mulheres promovem um apitaço no centro do campo. A mudança no protocolo fez parte da ação #OAPITOÉDELAS, realizada pela Federação Paulista de Futebol e pelos 16 clubes participantes do campeonato.

A ação, que tem como objetivo abordar a presença feminina no futebol e levantar a discussão sobre o assédio, acontece da seguinte forma: 11 mulheres acompanham os jogadores na entrada em campo, todas elas vestindo a camiseta com a frase #OAPITOÉDELAS e um apito, símbolo da luta contra o assédio às mulheres, em mãos.

Após a entrada no gramado, o procedimento segue como de costume para a foto oficial. Após a execução do Hino Nacional, elas vão para o meio de campo, se posicionam em volta do círculo principal e, após sinal do árbitro, assopram o apito em uma manifestação de que o estádio é, sim, ambiente para a mulher.  O apito vai além do ato simbólico: entidades e campanhas incentivam o uso do apito para mulheres que se incomodem com eventuais situações de assédio. 

“O apitaço é mais uma ação que reforça o movimento único, da FPF e dos clubes filiados, para reforçar o fato de que o futebol é um ambiente para a mulher, assim como é para os homens. Queremos mais mulheres praticando futebol, assistindo futebol e desfrutando desse esporte que movimenta milhões de pessoas no Brasil, mas que ainda está rodeado de preconceito. O futebol não tem gênero”, afirma Aline Pellegrino, diretora de futebol feminino da FPF, ex-capitã da seleção brasileira e embaixadora do #ElasNoEstádio.

“Valorizamos iniciativas que fomentam a inclusão feminina em diferentes setores da comunidade. Nas cooperativas trabalhamos para aumentar o número de mulheres em cargos de liderança e acreditamos que esse protagonismo é fundamental em diferentes áreas, como o futebol. Especialmente em um campeonato tão importante como o Paulistão Sicredi”, afirma Rogério Leal, gerente de Marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, empresa detentora dos naming rights do Paulistão e apoiadora de #OApitoÉDelas. 

No início deste ano, a FPF lançou o movimento #ElasNoEstádio, visando aumentar a presença do público feminino no futebol. Algumas ações estão acontecendo neste Paulistão Sicredi 2020, como:

– Atendimento especial às mulheres nos estádios, para que possam relatar assédio, ofensas e violência. Nos jogos na capital, haverá, preferencialmente, delegadas para atender o público feminino

– Abertura de canal de comunicação exclusivo para mulheres darem sugestões, criticarem ou até mesmo denunciarem crimes ou ofensas: elasnoestadio@fpf.org.br;

– Incentivo a coletivos e grupos femininos para que possam ir juntas aos estádios

Vale destacar também que, no semestre passado, a FPF participou da campanha “#AcreditaNelas”, realizada durante o clássico entre Santos e Corinthians pelo Campeonato Brasileiro.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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