Jovem paranaense é convocado para disputar Copa América pela Seleção Brasileira de Basquete

O curitibano Enrico Vicentini Borio é um dos atletas que integram a concorrida lista de convocados para disputar a Copa América pela Seleção Brasileira de Basquete Sub-16. Com apenas 15 anos, o jovem se apresenta neste domingo (8), para um período de treinamento em Arujá (SP), de onde parte para Xalapa, no México. A competição acontece entre os dias 23 e 29 de agosto. 

O esporte esteve presente desde muito cedo na vida de Enrico e a maior inspiração e motivação para seguir no basquete foram os pais. “Minha mãe atuou pela Seleção Brasileira de Basquete e, hoje, o número 15 da camiseta dela é uma das minhas marcas registradas”. O pai foi o seu primeiro técnico. “Quando iniciei no basquete, eu tinha cinco anos de idade”, conta. Os primeiros passos no esporte aconteceram nos Estados Unidos, berço do basquete, quando Enrico e família moraram por cerca de três anos em Weston, na Flórida.

Desde então, a carreira de Enrico foi marcada por diversas premiações em campeonatos paranaenses e brasileiros de basquete, atuando pelo Clube Curitibano e Colégio Positivo. “Ele sempre foi um aluno acima da média, com boas notas, que também é um requisito para ser um bom atleta, além de, claro, ser disciplinado, focado e sempre demonstrar paixão pelo esporte. Por isso, essa convocação não nos surpreende e nos orgulha muito”, revela Gino Fellipe Santoro, coordenador de Esportes e Cultura do Colégio Positivo – Internacional, que acompanhou o atleta desde os sete anos. 

Para Enrico, ser convocado para a Seleção Brasileira é o primeiro passo para realizar um objetivo maior. “Comecei a me preparar para atuar profissionalmente em 2018 e, desde então, entrego toda minha fé e energia, focando em atuar em ligas mundiais. Eu sei que esse não é o caminho mais fácil e sei de todos os sacrifícios que serão necessários, mas também sei que é possível e que estou preparado para esse desafio”, reflete. 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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