Positivo representa o Paraná no GEduc 2018

Maior congresso de gestão educacional do Brasil acontece em São Paulo, de 21 a 23 de março

 

O Congresso Brasileiro de Gestão Educacional (GEduc 2018) acontece nos dias 21, 22 e 23 de março, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo.  A 16ª edição do evento aborda o tema “Gestão de Alto Impacto – Estratégias para Resultados Eficazes”. O congresso é conhecido por contar com diversas atividades simultâneas, direcionadas a assuntos específicos, entre elas o Fórum de Gestão do Ensino a Distância, o Fórum de Tecnologia Educacional, a Jornada de Marketing Educacional, o Fórum de Gestão de Pessoas, o  Fórum de Líderes Educacionais e o Fórum de Inovação Acadêmica, proporcionando assim, uma visão ampla do negócio.

Entre os oradores presentes, estão confirmados o comentarista e consultor Max Gehringer; a Secretária Executiva do MEC, Maria Helena Guimarães; Clóvis de Barros Filho, um dos conferencistas mais reconhecidos da atualidade e Wemerson Nogueira, eleito Top 10 do prêmio Global Teacher Prize. Representando o Paraná, estarão presentes os oradores Dirley Carlos Corrêa, diretor de Recursos Humanos na Divisão de Ensino do Grupo Positivo; e Carlos Longo, diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) e Pró-Reitor Acadêmico da Universidade Positivo.

Dentro do Congresso também acontece o PNGE – Prêmio Nacional de Gestão Educacional, responsável por avaliar as melhores práticas implantadas pelas instituições privadas nacionais do ensino básico/técnico e superior.

Serviço:

XVI GEduc

Data: 21, 22 e 23 de março

Local: Hotel Maksoud Plaza – São Paulo/SP

Informações e inscrições: www.geduc2018.com.br

 

Sobre o Grupo Positivo

O Positivo nasceu há 45 anos, a partir da ideia um grupo de professores visionários que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou sua liderança em todas as áreas em que atua (Ensino, Soluções Educacionais, Cultura, Tecnologia e Gráfica), graças à qualidade de seus serviços e produtos. Na área de Ensino, o Grupo atua desde a Educação Infantil até o Ensino Superior – Graduação (Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia), Especialização, Mestrado e Doutorado. Mais de 2 milhões de alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão. Escolas de mais de 40 países utilizam soluções desenvolvidas pela divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Tecnologia, a maior fabricante brasileira de computadores. A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, tem filiais e representações em todo o Brasil e atende clientes no exterior. Na área cultural, conta com sete espaços destinados a eventos e exposições (Expo Renault Barigui, Teatro Positivo – Pequeno Auditório, Teatro Positivo – Grande Auditório, Expo Unimed Curitiba, Estação Eventos, Espaço Thá e Laboratório de Inovações Gastronômicas). O Grupo Positivo conta ainda com o Instituto Positivo, com foco em centralizar e potencializar as ações de responsabilidade social e investimento social privado das suas empresas e unidades educacionais.

Prof. Dirley Carlos Corrêa

Diretor de Recursos Humanos na Divisão de Ensino do Grupo Positivo. Vice-Presidente do SINEPE/PR – Sindicato das Escolas Particulares do Paraná e membro do Grupo de Executivos de Recursos Humanos de Curitiba. Engenheiro Mecânico pela PUC-MG, Mestre em Administração pela Fundação Pedro Leopoldo – MG e Mestre em Engenharia Mecânica Automobilística pela PUC- MG.

Prof. Carlos Longo, PhD

Diretor da ABED, Pró-Reitor Acadêmico da Universidade Positivo. Responsável pela implementação das políticas e estratégias acadêmicas nos cursos de graduação e pós-graduação nas modalidades presencial, híbrido e à distância. Foi Diretor Nacional de EAD da Laureate International Universities no Brasil. Coautor em 3 livros na área de educação a Distância sendo um deles agraciado com o prêmio Jabuti. PhD em gestão de negócios pela Universidade de Newcastle – Inglaterra.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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