UPX Sports fecha parceria com maior escola de dança do Paraná

Buscando ser um espaço cada vez mais completo, a UPX Sports fechou parceria com o Studio D1, escola de dança fundada em 1978. Nos anos 2000, a escola ficou conhecida internacionalmente devido aos padrões de ensino. Com o propósito de oferecer ballet, jazz, sapateado e outras modalidades a todos aqueles que amassem e quisessem se exercitar por meio da dança, o Studio D1 é filiada à RAD (Royal Academy of Dance), que é o grande diferencial, e colocando o ensino acima de qualquer outra escola de ballet de Curitiba.

Para a proprietária e diretora do Studio D1, Dora de Paula Soares, a parceria com a UPX Sports representa muito para a comunidade e comemora a retomada da parceria. “Para a comunidade, houve a preocupação em cobrar um preço acessível para que o maior número de pessoas aproveitem e usufruam dessa união”, declara. A diretora ainda comenta sobre os benefícios da dança para as pessoas. “Ficou provado que, durante a pandemia, os adolescentes que dançavam, buscavam na arte um refúgio para a tristeza do momento e, foram menos afetados com depressão e outras doenças”, alerta.

Em Curitiba, a UPX Sports faz parte do complexo esportivo da UP Experience, dentro da Universidade Positivo. O espaço conta com mais de 10 mil metros quadrados de área destinada à prática de atividades físicas, com salas de dança e luta, piscinas aquecidas, ginásio poliesportivo, pista de atletismo e campos oficial e sintético. Para a coordenadora da UPX Sports, Elisangela Souza, a volta da parceria com o Studio D1 mostra o quanto o complexo está crescendo e tornando-se cada vez mais atrativo para o público. “Já tínhamos uma alta procura por aulas de dança, mas agora, com essa parceria, vamos poder atender a esse público que busca na dança uma forma saudável e divertida para manter a boa forma física e o bem-estar físico e mental”, afirma.

Modalidades oferecidas na UPX Sports a partir de agosto de 2022:

Ballet Clássico – As atividades são desenvolvidas de acordo com a idade e o nível técnico dos alunos e estão sempre focadas no trabalho da postura, alongamento, concentração e disciplina. Cada aluno é estimulado a compreender o movimento e a música. Indicado a partir de três anos de idade.

Ballet Contemporâneo – Uma forma de dança influenciada pelo ballet clássico, neoclássico e dança moderna. Também utiliza a técnica e trabalho das pontas dos pés. É uma dança que permite maior amplitude de movimento.

Danças Urbanas – Também conhecidas como Dança de Rua. É um dos pilares do movimento Hip-Hop. É formada por vários estilos, dentre eles o Free Style, Ragga, Popping e Locking. Pode ser praticada por qualquer pessoa, é uma aula cheia de energia, ritmo marcante e ótimo trabalho aeróbico, indicada para programas de emagrecimento. Além disso, desenvolve a coordenação motora, a força e o equilíbrio.

Jazz – Promove no aluno um desenvolvimento de raciocínio e habilidade motora ampla, além de trabalhar força e expressão e gerar um alto gasto calórico. Indicado a partir de sete anos de idade.

 

Serviço

Studio D1 na UPX Sports

Data: a partir de setembro

Mais informações: www.instagram.com/upxsports/

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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